Advogada que denunciou ex por "chupar c* de homem" pede prisão e Justiça nega
O juiz Fernando Oliveira Samuel não considerou válidos os argumentos apresentados pela defesa da advogada

Em meio a uma polêmica que ganhou repercussão nacional, com acusações de traições e supostas ameaças de morte, a Justiça indeferiu dois pedidos de prisão preventiva contra o policial militar Lucas Bandeira, solicitados por sua ex-namorada, a advogada Jordane Mota. O juiz Fernando Oliveira Samuel não considerou válidos os argumentos apresentados pela defesa da advogada.
A defesa da advogada teria alegado que Lucas Bandeira estaria desobedecendo às ordens da medida protetiva e fazendo ligações para ela.
O caso ganhou notoriedade após Jordane Mota expor nas redes sociais acusações de traição e ameaças contra o PM. Segundo a advogada, o término do relacionamento ocorreu após ela descobrir que Lucas Bandeira a traía com o gerente de uma pousada de Pirenópolis, além de supostamente cobrar para fazer sexo com homens em troca de dinheiro.
Jordane afirma ter obtido provas da traição por meio de um detetive contratado pelo marido do suposto amante de Lucas. Revoltada, ela publicou prints de conversas e vídeos nas redes sociais, acusando o PM de traição e de "chupar c* de um homem feio".
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Jordane Mota diz que Lucas Bandeira está ameaçando testemunhas relacionadas a ela
A advogada também alega ter sofrido violência psicológica e ameaças de morte por parte de Lucas. Em um dos relatos, Jordane afirma que o PM a ameaçou de morte dentro de um carro, após sair de um estabelecimento em Goiânia, dizendo que a mataria e depois tiraria a própria vida para não ser preso.
Após conseguir uma medida protetiva contra o militar, Jordane o denunciou por supostamente ter feito inúmeras ligações para ela. No entanto, Lucas Bandeira nega as acusações e alega que as ligações seriam fruto de uma fraude feita por meio de aplicativos que simulam números de telefone. Ele afirma que, na realidade, é Jordane quem não superou o término do relacionamento.
O caso segue em investigação e a decisão da Justiça de negar o pedido de prisão preventiva gerou controvérsia e discussões.

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