Advogada acusada de envenenar pai e vó do ex voltou à casa no dia seguinte às mortes e conversou com a polícia; veja vídeo
Amanda Partata voltou ao endereço acompanhada da mãe e da avó, quando Leonardo Pereira Alves e Luzia Tereza Alves já estavam mortos e a polícia dava início às investigações

Vídeo mostra quando a advogada Amanda Partata, suspeita de matar envenenados o ex-sogro e a mãe dele, voltou à casa das vítimas um dia após o crime. Ela está presa, mas negou a autoria dos assassinatos. Há poucos dias uma imagem chamou atenção sobre o caso, onde a fotografia mostra a acusada à mesa com as vítimas durante o café da manhã onde, supostamente, foram envenenados e morreram horas depóis.
A polícia ainda tenta identificar a substância que causou a morte de mãe e filho. Na imagem, Amanda aparece de vestido azul conversando com um policial. Ela estava acompanhada da mãe e avó dela. Na casa também estavam outros familiares das vítimas, Leonardo Pereira Alves e Luzia Tereza Alves.
Luís Gustavo Nicoli, que representa a família das vítimas, contou que Amanda foi à casa do ex-sogro, onde também morava a mãe dele, no último dia 17, um domingo, para um café da manhã. De acordo com as investigações, foi nesse momento que eles foram envenenados.
“No dia seguinte, quando o Leonardo e a Luzia já tinham falecido, e a Amanda já sabia disso, ela foi à casa da família acompanhada da mãe e da avó dela. Quando elas chegaram, a polícia estava no local, já investigando o caso”, disse Nicoli.
O advogado contou que a família não chegou a descobrir o motivo de ela ter ido à casa, pois os policiais logo começaram a conversar com ela para pegar mais informações e a levaram para prestar um depoimento na delegacia.
“No tempo em que ela esteve lá, não demonstrou sofrimento ou dor pela perda da família. Os parentes nem desconfiavam dela”, completou o advogado.
Em nota, os advogados de Amanda disseram que aguardam o desenrolar de investigações antes de comentarem sobre as acusações. Eles contestam a legalidade da prisão e destacam que Amanda se apresentou voluntariamente à delegacia, entregou documentos e informou à polícia sobre sua localização e estado de saúde.
Entenda
A investigada pela morte por envenenamento de, Leonardo Pereira Alves, de 58 anos, e Luzia Tereza Alves, de 86 anos, mãe e filho, a advogada Amanda Partata, chegou à Delegacia de Investigação de Homicídios (DIH), negando que tenha cometido o crime na tarde desta quarta-feira (20), quando foi presa.
O inquérito policial tem mais de 150 páginas de uma investigação minuciosa. De acordo com as investigações, apesar da exposição dos doces, a apuração aponta que um suco que Amanda teria levado para a casa da família, na manhã de domingo. pode ser o alimento envenenado.
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As mortes
Leonardo Pereira Alves, de 58 anos, morreu no domingo (17), após passar mal e ser internado com dores abdominais, vômitos e diarreia. Já Luzia Alves, de 86 anos, teve a morte confirmada pela família na madrugada de segunda-feira (18). Ela estava internada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), mas não resistiu.
Ambos comeram algum alimento por volta de 10h, que pode estar diretamente ligado às mortes e começaram a passar mal duas horas depois.
O possível alimento envenenado teria sido levado à casa da família por Amanda, que mantinha uma relação com a família, já que estava supostamente grávida do filho de Leonardo, e foi no domingo de manhã fazer uma “visita”.
Além de Leonardo e Luzia, no domingo Amanda, supostamente, também teria passado mal após o café da manhã, mas diferente das vítimas, ela não sofreu complicações graves.
Veja o vídeo

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