Administrativos da Educação de Goiânia acampam no Paço e cobram "proposta concreta"
A organização acredita que cerca de 165 unidades, entre escolas e CMEIs, estão sendo afetadas pela paralisação

Trabalhadores administrativos da Educação de Goiânia estão em vigília, nesta segunda-feira (16) desde às 9h, em frente ao Paço Municipal, no Parque Lozandes.. Os profissionais estão em greve desde 2 de outubro por reivindicações como atualização do plano de carreira, reajuste salarial e equiparação do auxílio locomoção. Os manifestantes cobram uma proposta concreta para pôr fim à greve.
De acordo com o Sindicato dos Trabalhadores em Educação de Goiás (Sintego), já foi solicitada uma audiência com o prefeito da capital, Rogério Cruz (Republicanos), dentro do Paço. “A mobilização só será encerrada quando tiver uma proposta concreta”, diz o sindicato. Por enquanto, servidores da Companhia de Urbanização de Goiânia (Comurg) foram designados para fazer os trabalhados defasados.
Pelo menos 165 escolas e CMEIs estão sendo afetadas pela paralisação. Entre os que cobram os ajustes estão auxiliares de apoio, secretários, merendeiras e porteiros. Essa já é a quarta mobilização deste mês em busca de apoio. Segundo a organização dos servidores, a greve vai continuar pelos próximos dias.

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