Secretário sugere que grupos se opõem por Rogério representar evangélicos, pretos e pobres
Fabio Simonetti diz que, desde o dia em que assumiu a prefeitura, o prefeito tem sido alvo de atentado moral constante, perseguido por quem detém recursos para construir e destruir reputações.

Em um artigo publicado no jornal O Popular, nesta sexta-feira (26), o secretário de Comunicação de Goiânia, Fábio Simonetti, sugere que o prefeito Rogério Cruz (Solidariedade) enfrenta resistência de setores privilegiados da população por ser o primeiro prefeito preto da capital e representar periféricas, pobres.
“Como o primeiro prefeito preto a ocupar o cargo em uma cidade de 90 anos, Rogério testemunhou as barreiras que pessoas periféricas, pobres e evangélicas — e aquelas que rompem o status quo — enfrentam para se afirmarem no cenário político”, avaliou.
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Fábio afirma que a resistência a Rogério por parte de setores privilegiados é notória, especialmente aqueles que nunca precisaram lidar com minorias.
“Grupos que sempre viram os milhares de Rogérios e Rogérias que existem nas periferias das cidades, especialmente em Goiânia, como subservientes, e não como os líderes que realmente são”, continua.
Em seguida, o secretário destaca as realizações do atual prefeito, que é pré-candidato à reeleição.
“Goiânia tem um prefeito que dedicou 16 anos a ações humanitárias na África, enfrentando a dor dos outros como se fosse a sua própria, alimentando-os com as mesmas mãos que alimentava seus próprios filhos, oferecendo cuidado e oração. Afinal, aos bons homens cabe acolher e cuidar”, aponta.
O secretário relata que, desde o dia em que assumiu a prefeitura, Rogério tem sido alvo de um atentado moral constante, perseguido por quem detém recursos para construir e destruir reputações.
Segundo ele, as realizações de Rogério são inegáveis, destacando o permanente cuidado com quem mais precisa. Fábio Simonetti cita como exemplo o programa Renda Família + Mulher, que acolheu mais de 24 mil famílias, e foi de grande importância para as mulheres mais humildes da capital durante a pandemia.
O IPTU Social, que isentou do pagamento do imposto mais de 80 mil famílias neste ano, além do Mutirão de amparo social, que já atendeu 500 mil pessoas com mais de 200 serviços.
O secretário enfatiza que Rogério resolveu problemas históricos, como a transição do serviço de limpeza da capital, e concluiu obras importantes das gestões anteriores, como o Viaduto Lauro Belchior, Viaduto da Moda, Complexo Viário da Avenida Jamel Cecílio, Viaduto Iris Rezende e três terminais de ônibus que atenderão ao BRT — obra que se arrasta há quase uma década e que também será entregue por ele, beneficiando milhares de moradores.
No texto, Fábio menciona os quilômetros de novos asfaltos, a criação de 5 mil vagas de educação infantil, a entrega de 10 mil escrituras, a inauguração de unidades de saúde e a ampliação de programas de atenção à saúde da mulher, entre outros feitos.
“A resistência à liderança do prefeito Rogério é, portanto, uma resistência à mudança, à inclusão e à representatividade.É hora de reconhecermos o valor de uma gestão comprometida com a cidade e com seus cidadãos, independentemente de sua origem ou posição social. A verdadeira liderança não se limita a grupos, mas abraça e representa todos os Rogérios e Rogérias, sejam eles quem forem e onde quer que estejam”, conclui.
















