Maioria dos deputados goianos vota para manter Brazão preso; Bolsonaristas para soltar
Já cinco parlamentares não compareceram à sessão: Flavia Morais (PDT), Zacarias Calil (União), Daniel da Agrobom (PL) Lêda Borges (PSDB) e Adriano do Baldy (PP).

Seis deputados federais de Goiás votaram para manter o do deputado federal Chiquinho Brazão (União Brasil), acusado de envolvimento nos assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes em 2018, na cadeia.
Votaram pela manutenção da prisão, os parlamentares Rubens Otoni (PT), Delegada Adriana Accorsi (PT), Silvye Alves (União), Hildo do Candango (Republicanos), José Nelto (PP) e Glaustin da Fokus (PODE).
Os deputados do PL, Professor Alcides e Gustavo Gayer votaram pela soltura, assim como Magda Mofatto (PRD) e Marussa Boldrin (MDB).
Ismael Alexandrino (PSD) e Célio Silveira (MDB) se abstiveram.
Já cinco parlamentares não compareceram à sessão: Flavia Morais (PDT), Zacarias Calil (União), Daniel da Agrobom (PL) Lêda Borges (PSDB) e Adriano do Baldy (PP).
No total foram 277 votos a favor e 129 contrários. Para que a prisão fosse mantida, eram necessários pelo menos 257 votos.
Quase 80 parlamentares faltaram à sessão, posição que favorecia Chiquinho Brazão.















