Dilma comparece ao funeral de Francisco no Vaticano e diz: "foi um papa religioso"
Ex-presidenta destacou a importância do pontífice e explicou o porquê se sentia obrigada a despedir-se dele

A ex-presidenta da República e atual presidenta do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), como é conhecido o Banco do Brics, Dilma Rousseff, lamentou o falecimento do Papa Francisco, que morreu na última segunda-feira (21), durante a tarde desta sexta-feira (25). Ela destacou a importância do pontífice e seu legado, afirmando que ele foi "um dos maiores homens dos séculos XX e XXI".
Dilma ainda ressaltou que o momento era de muita dor, principalmente porque o Papa Francisco era muito generoso com ela, e enfatizou a recusa do líder religioso em relação às guerras, além da luta contra o preconceito contra imigrantes.
"(Um momento de) Muita dor, porque o Papa sempre foi muito generoso comigo. O Papa sempre foi um dos maiores homens dos séculos 20 e 21; em um ele se construiu como pessoa e, em 21, se tornou uma liderança das melhores caracteristicas do seres humanos, com reconhecimento da importância desse mundo se tornar mais igual. Uma recusa da guerra e do preconceito contra imigrantes. Aquela imensa capacidade de acolher crianças, jovens, adultos, pessoas de todas as religiões. Foi um papa religioso, que ligava uns com os outros. É um lamento", afirmou a ex-presidente Dilma Rousseff à imprensa.
Entenda o que acontece após o falecimento de um papa: o conclave
O conclave tem início entre 15 e 20 dias após a morte de um pontífice. Atualmente, 135 cardeais com menos de 80 anos estão aptos a votar. O enterro do Papa Francisco será feito no próximo sábado (26), na Basílica de Santa Maria Maggiore, em Roma.
Entre os favoritos a novo papa, estão Pietro Parolin, Matteo Zuppi, Fridolin Ambongo, Robert Francis Prevost, Jean-Marc Aveline, Mario Grech, Peter Turkson, José Tolentino de Mendonça, Luis Antonio Tagle, e Leonardo Steiner.

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