Corretor e flanelinha usam "cintaralho", fantasias, algemas e noite de sexo vira caso de polícia
O caso terminou na delegacia após o corretor de imóveis dar um calote no motel e deixar o flanelinha para trás com a conta debaixo do braço

Tórrida e apimentada pelo uso de vários apetrechos s3xuais, a noite de prazer entre um corretor de imóveis e um flanelinha virou caso de polícia no pequeno município de Cabedelo, na Região Metropolitana de João Pessoa (PB), nessa segunda-feira (06). Nas últimas horas, o vazamento da “lista” de tudo o que foi consumido na suíte chamou a atenção pela “animação” do casal.
O caso terminou na delegacia após o corretor de imóveis dar um calote no motel e deixar o flanelinha para trás com a conta debaixo do braço. Sem dinheiro para quitar os mais de 15 itens consumidos, a Polícia Militar foi acionada pelo gerente do estabelecimento, por volta das 8h. Os funcionários relataram que o casal chegou na noite de domingo (05).
Extensa, a lista de consumação do casal tinha fantasias eróticas de “empregada doméstica”, “marinheira” e até “babá”. A transa ainda foi estimulada com o uso do chamado “cintaralho”, um tipo de cinto de couro com um pên1s de borracha acoplado. Com muita energia, o corretor e o flanelinha ainda curtiram momentos quentes com um anel pen1ano com vibrador e algemas de metal com detalhes em pelúcia.
Depois do banquete e do sexo, o corretor de imóveis teria informado ao flanelinha que ia buscar o dinheiro em casa e não voltou. O vigia de carros relatou aos atendentes que conheceu o homem no mesmo dia em que foram ao motel e alegou que não tinha dinheiro para arcar com os custos, no valor aproximado de R$ 500.














