Efeito Mounjaro: "canetas" causam flacidez severa e esvaziam o bumbum
O avanço dos medicamentos agonistas de receptor de GLP-1 e GIP, conhecidos popularmente como “canetas emagrecedoras”, inaugurou uma nova era...

O avanço dos medicamentos agonistas de receptor de GLP-1 e GIP, conhecidos popularmente como “canetas emagrecedoras”, inaugurou uma nova era no tratamento da obesidade, mas também trouxe um efeito colateral estético imprevisto que já acendeu o alerta nos consultórios médicos.
O emagrecimento acelerado promovido por fármacos como o Mounjaro (tirzepatida) tem provocado uma perda severa de sustentação e volume em áreas críticas do corpo, gerando queixas frequentes de flacidez acentuada nas pernas, no rosto e, principalmente, nos glúteos.
Nas redes sociais, o fenômeno ganhou contornos de meme e apelido próprio: o “bumbum de Mounjaro”. O termo passou a ser amplamente utilizado por internautas e pacientes para descrever a mudança drástica na aparência da pele da região posterior do corpo. Em vez de uma silhueta firme, muitos usuários relatam uma espécie de "esvaziamento" repentino, acompanhado por caimento do tecido cutâneo e pelo surgimento de irregularidades na textura da pele.
A Velocidade Contra a Sustentação
De acordo com profissionais da área de dermatologia e cirurgia plástica, o problema não está no medicamento em si, mas sim na velocidade geométrica da perda de peso. Quando o organismo elimina grandes volumes de gordura em um curto espaço de tempo, o tecido cutâneo não consegue se retrair na mesma velocidade para se adaptar ao novo contorno corporal.
"A redução drástica e veloz da gordura subcutânea destrói os coxins de gordura que dão sustentação e formato ao bumbum e ao rosto. Sem esse preenchimento natural, a pele sobra, gerando flacidez, perda de elasticidade e uma piora perceptível na qualidade dérmica", explicam especialistas da área estética.











