Vilmar "some" da prefeitura de Aparecida e servidores relatam falta de pó de café a combustível
Relatos de servidores indicam que o prefeito estaria ausente de suas funções, agravando problemas administrativos, já críticos, e comprometendo o funcionamento da cidade

Não é apenas Goiânia que vice um caos administrativo às vésperas de fim de mandato e troca de gestão. Aparecida parece estar numa situação bem próxima, já que a poucos dias de encerrar sua gestão à frente da prefeitura, Vilmar Mariano (UB) parece ter "lavado as mãos" e "deixado a cidade à própria sorte", pois, segundo servidores, o prefeito não aparece mais no Executivo, tem faltado "de tudo" nos órgãos públicos e o clima é de "completo abandono".
Relatos de servidores indicam que o prefeito estaria ausente de suas funções, agravando problemas administrativos, já críticos, e comprometendo o funcionamento da cidade.
Fontes internas afirmam que a rotina da Prefeitura foi praticamente interrompida nas últimas semanas, com relatórios de desorganização nos serviços públicos, falta de insumos básicos e com os pagamentos dos servidores, talvez ainda não atrasados, mas fora do cronograma comumente apresentado em anos anteriores.
A percepção generalizada é de que Vilmar Mariano está “desaparecido”, tanto simbolicamente quanto literalmente, e que os reflexos desse descompromisso recairão sobre a gestão que assume no próximo mês.
Uma das principais queixas dos servidores e cidadãos que dependem dos serviços públicos em Aparecida é a falta de insumos básicos para que as instalações governamentais e os serviços essenciais funcionem. Conforme apurado, mesmo itens rotineiros, como pó de café para as repartições públicas, estão em falta.
Além disso, o combustível, vital para a operação de veículos oficiais, está sendo racionado.
“Só estão abastecendo as ambulâncias e as viaturas da Guarda Municipal”, afirmou um servidor da Prefeitura, destacando que outros veículos administrativos essenciais ao funcionamento diário do município estão parados, o que pode impactar diretamente setores como educação, transporte e infraestrutura.
Outro reflexo da aparente ausência de Vilmar Mariano na condução da gestão municipal é a mudança no cronograma de pagamento dos servidores públicos. Aparecida de Goiânia sempre teve uma tradição de regularidade no pagamento das folhas no final do ano, o que incluía o adiantamento dos salários de novembro, o depósito do décimo terceiro salário no início de dezembro e o pagamento do salário de dezembro antes do Natal. Essa pontualidade histórica oferecia tranquilidade aos servidores municipais nesta época festiva.
No entanto, a realidade em 2024 é diferente. Apesar de os pagamentos ainda estarem dentro do prazo legal, o décimo terceiro salário ainda não foi depositado e o salário de dezembro é aguardado apenas para depois do dia 25, causando apreensão em milhares de servidores que dependem desses recursos.
“Esses tempos dourados acabaram. Agora, estamos lidando com incertezas sobre quando iremos receber. A coisa está feia, e vai cair tudo no colo da próxima gestão”, lamentou o servidor ouvido pela reportagem.
Enquanto a gestão enfrenta problemas administrativos sérios, Vilmar Mariano foi descrito como ausente, tanto física quanto politicamente. De acordo com relatos, o prefeito tem comparecido de forma irregular à Cidade Administrativa.
“Vilmar sumiu. Nem está indo à Prefeitura todo dia”, afirmou a mesma fonte.

Kitão quer levar debate sobre cannabis para Alego e uso da fibra na medicina
Candidato a deputado estadual, vereador quer usar experiência acumulada em Goiânia para levar discussão à Assembleia e ampliar políticas relacionadas à cannabis medicinal em Goiás

Pedro Sales desiste de candidatura a deputado federal em Goiás
Nos bastidores, Pedro Sales era apontado como um dos nomes cotados para integrar a chapa do PSD na disputa por uma cadeira na Câmara Federal.











