Vilmar não paga reajuste e secretário assume "erro"; retroativos continuam de fora
Presidente da Casa, André Fortaleza (MDB) destacou a "urgência" com a qual o Legislativo votou o projeto, o compromisso com a categoria e avaliou como "falta de respeito" por parte do Executivo

Erros na execução do pagamento do novo piso salarial dos profissionais de enfermagem em Aparecida de Goiânia, reconhecido pelo secretário de Saúde, Alessandro Magalhães, foi pauta de críticas durante sessão da Câmara de Aparecida de Goiânia nessa terça-feira (05). Presidente da Casa, André Fortaleza (MDB) destacou a "urgência" com a qual o Legislativo votou o projeto, o compromisso com a categoria e avaliou como "falta de respeito" por parte do Executivo.
Os relatos são desde pagamentos defasados e falta total de reajuste. Nos bastidores corre a informação de que Vilmar articulou com aliados para não pagar o retroativo dos profissionais.
Durante a sessão plenária desta terça-feira (5), o vereador Willian Panda (PSB) assegurou que cada caso será analisado individualmente, segundo teria informado informado Magalhães, que teria se comprometido a resolver o problema.
Panda propôs a criação de um ofício coletivo para exigir da Secretaria de Saúde de Aparecida (SMS) uma solução urgente para a questão. A Câmara de Vereadores aprovou o projeto que regulamenta o pagamento do piso da enfermagem na cidade, contudo, cabe ao Executivo fazer o pagamento, momento em que as divergências foram percebidas.
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O líder do Prefeito na Câmara, vereador Isaac Martins (Patriota) saiu em defesa dos parlamentares, e reafirmou a disponibilidade da Câmara em dialogar com todas as categorias. Martins também informou que, após conversa com o Secretário de Saúde, foi admitido que ocorreram falhas nos pagamentos e Magalhães comprometeu-se a elaborar uma nova folha de pagamento em até dez dias para os afetados.
Já o presidente da Câmara, André Fortaleza (MDB), enfatizou que, embora o piso salarial tenha sido aprovado rapidamente pelo Legislativo, a execução do pagamento é uma atribuição do Executivo. Ele destacou o esforço da Câmara na defesa dos direitos dos profissionais e pediu respeito aos vereadores e servidores da casa.
"Nós temos votado, trabalhado e cumprido com nossas obrigações. Que possam ter mais respeito com os parlamentares e servidores desta casa", pontuou André. O piso foi aprovado em 1º de novembro e sancionado pelo prefeito Vilmar Mariano (MDB) em seguida.

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