Vilmar Mariano enfrentará artilharia pesada na Câmara
Pressão pode aumentar caso o secretário de Cultura, o diretor da Pasta, e o presidente da Cufa não atendam o convite para prestar esclarecimentos sobre as contratações do "Aparecida é Show".

Os convites feitos pela Câmara de Vereadores de Aparecida ao secretário Municipal de Cultura, Erick Magalhães, ao diretor da Pasta, João Batista, e o presidente da Central Única das Favelas de Goiás (Cufa-GO), Breno Cardoso, devem provocar semana de fogo para o prefeito Vilmar Mariano (Patriota) no Legislativo.
O clima tenso entre o Executivo e o grupo de oposição deve intensificar as críticas à atual gestão, independentemente, se os convidados comparecerem ou não para prestar esclarecimentos aos vereadores sobre gastos com o “Aparecida é Show”.
O evento realizado na semana de aniversário do município, entre os dias 10 e 14 de maio, caiu na mira dos oposicionistas devido aos cachês que serão pagos aos cantores. A estimativa é que o valor, somente com apresentações, totalize R$ 930 mil. Só o cantor Eduardo Costa receberá R$ 350 mil.
Caso vai dar muita munição à oposição que, apesar de ser um grupo menor que a base, faz muito barulho e gera desgaste ao prefeito.

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