Vilmar “lota” ato do União Brasil com servidores para simular forte apoio
Nos bastidores, o comentário generalizado era de vergonha alheia.

Desgastado politicamente por realizar uma gestão considerada fraca e carente de apoio popular, o prefeito Vilmar Mariano levou dezenas de servidores ao ato do União Brasil, na noite de quinta-feira (4), para simular um robusto suporte ao seu projeto de reeleição.
Nos bastidores, o comentário generalizado era de vergonha alheia.
Isso se deve ao fato de que é notório que a filiação do prefeito de Aparecida foi feita no afogadilho, sem lhe restar alternativa de escolha, levando-o a abandonar o MDB, que até então não havia firmado acordo à sua reeleição, ficando assim sem direção e sem o respaldo da própria base.
No palco do União Brasil, Vilmar assistiu o governador Ronaldo Caiado declarar seu engajamento total na campanha de Sandro Mabel (UB) para a prefeitura de Goiânia e seu forte apoio à reeleição do prefeito de Canedo, Fernando Pellozo (UB).
Quando o governador mencionou o nome de Vilmar Mariano, os servidores convocados pela atual gestão de Aparecida se manifestaram efusivamente.
O governador expressou seu compromisso em trabalhar pelo avanço de todos os candidatos da base e, em duas palavras, fez referência a “assim como o prefeito Vilmar Mariano”, em Aparecida. Isso foi tudo sobre o prefeito. Durante o restante do evento, Caiado concentrou-se em outros integrantes e rasgou elogios ao prefeito de Goianira, Carlão da Fox, a quem chamou de muito trabalhador.
Muitos avaliam que o prefeito de Aparecida não terá capacidade de reverter a situação dentro da base nos próximos meses, considerando que não demonstrou resultados significativos em dois anos de gestão e fraco desempenho nas pesquisas eleitorais.
Há quem diga que ele é um desastre na administração pública, ineficaz e desorientado como gestor, e que seria mais adequado retornar à Câmara, pois seu verdadeiro talento se limita ao papel de vereador.
A filiação do prefeito foi vista por muitos como um ato humilhante, após ele insistir que seria candidato à reeleição sem o apoio dos caiadistas e após ter ofendido seu outrora maior aliado, o ex-prefeito Gustavo Mendanha.
A conclusão predominante é que Vilmar será gradativamente "fritado" nos próximos meses e se tornará inviável como candidato, eliminando-se assim como um problema dentro do grupo.
Prevê-se que o prefeito deixará o cargo menor do que entrou no Paço Municipal.
Vamos acompanhar.

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