Vice vira peça-chave e disputa esquenta nos bastidores da base de Daniel para 2026
Com cinco nomes na mesa e sem favorito declarado, aliados miram junho para bater o martelo sobre quem será o parceiro de chapa do governador

Com o calendário eleitoral avançando, a base do governador Daniel Vilela (MDB) já trabalha com um prazo mais definido para escolher o vice na chapa de 2026. A expectativa entre aliados é de que até junho as negociações sejam concluídas, em meio a um cenário de cautela, cinco nomes colocados e um critério claro: escolher alguém que ajude a ganhar a eleição.
Nos bastidores do governo, o clima é de articulação intensa, mas sem pressa para anunciar um favorito. Lideranças governistas apontam o mês de junho como o momento mais provável para a definição do vice, prazo considerado estratégico para acomodar interesses e fechar acordos entre os partidos aliados.
Até lá, cinco nomes seguem na disputa interna, todos colocados à disposição para compor a chapa majoritária. Apesar da movimentação, interlocutores próximos ao governo evitam antecipar qualquer preferência. O discurso é de prudência, já que as negociações ainda estão em curso e envolvem diferentes forças políticas.
A escolha, segundo aliados, não será apenas uma questão de divisão partidária. O próprio governador deixou claro qual será o principal critério. Em entrevista recente, Vilela afirmou que a decisão vai levar em conta a capacidade de agregar tanto politicamente quanto eleitoralmente.
“A decisão sobre o pré-candidato a vice será tomada buscando agregar politicamente e eleitoralmente, e encontrar um parceiro para governar”, disse.
Na prática, isso significa que o nome escolhido precisará ir além de representar um partido. A prioridade é encontrar alguém com densidade eleitoral, capaz de ampliar a base de apoio e contribuir diretamente para o desempenho da chapa nas urnas.
Esse perfil, segundo avaliação interna, pode ser determinante para o sucesso do projeto de reeleição. A lógica adotada pela base indica que o vice ideal será aquele com força suficiente para atrair votos, consolidar alianças e ajudar a garantir a vitória.
Enquanto o martelo não é batido, o jogo segue aberto — e a disputa, longe dos holofotes, promete esquentar ainda mais até a definição final.
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