Vanderlan fala de insegurança política e que Brasil terá que se posicionar
O senador apontou que um conflito como esse pode sofrer interferência de outros países e, além da tragédia com centenas de mortes, a economia mundial pode sofrer grandes danos.

O início dos ataques militares da Rússia, de Vladimir Putin, contra a Ucrânia, nas primeiras horas desta quinta-feira (24), quando explosões e sirenes foram ouvidas em várias cidades do país, o mundo teme o avanço desse conflito com possível intervenção dos Estados Unidos e países aliados, o que pode impactar o mundo inteiro de forma grave.
Senador por Goiás, Vanderlan Cardoso (PSD) avaliou que, caso os ataques continuem e o conflito ganhe “volume”, o impacto financeiro será grave, já que numa situação dessas, quando além da Rússia e Ucrânia, outros países acabando intervindo, o que geram uma forte insegurança política, e o Brasil terá que se posicionar.
Importações e exportações sofrem as consequências, o preço do barril de petróleo pode sofrer uma disparada, impactando os preços dos combustíveis para cima, ainda levando em consideração que a Rússia é o segundo maior exportador do mundo. E com isso encarecer toda cadeia econômica num “efeito dominó”.
“Um conflito como esse, entre Rússia e Ucrânia, caso se avolume é prejudicial para nós em todos os sentidos, mexe com as exportações, com as importações devido à insegurança política. De um lado a Rússia, que tem parceiros fortes como a China, do outro lado a União Europeia, junto dos Estados unidos, querendo “proteger” a Ucrânia e encerrar os ataques russos”, explicou o senador.
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Vanderlan ressaltou que o momento ainda é de pandemia, porém, de sinais claros de recuperação, quando, segundo o senador, o Brasil estaria recebendo grandes investimentos internacionais e o dólar baixando.
No entanto, caso o conflito siga, já que até o momento o presidente Jair Bolsonaro (PL) não se manifestou sobre o cenário de conflito, o Brasil será obrigado a se posicionar sobre os ataques e escolher um lado.
“Já o Brasil, caso esse conflito se intensifique, terá que se posicionar, ainda temos que levar em consideração o momento que ainda é de pandemia, porém, com sinais claros de recuperação. O Brasil tem tido muitos investimentos de fora chegando, tanto é que o dólar tá baixando devido essa entrada de divisas no país. Então esse conflito não é Bom para ninguém”, concluiu o senador.

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