Vanderlan descarta aliança com Marconi e reafirma apoio a Daniel e Caiado em 2026
Segundo Vanderlan, os boatos sobre aproximação com Perillo surgiram nos bastidores, mas não têm fundamento.

O senador e presidente estadual do PSD, Vanderlan Cardoso, negou qualquer diálogo para uma composição do partido com a pré-candidatura do ex-governador Marconi Perillo (PSDB) para as eleições de 2026. As declarações foram dadas ao jornal O Popular, em resposta aos rumores de que a aliança estaria avançando nas últimas semanas por articulações junto ao presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab.
Segundo Vanderlan, os boatos sobre aproximação com Perillo surgiram nos bastidores, mas não têm fundamento. “A tendência do PSD é caminhar com o Daniel Vilela e o governador Ronaldo Caiado em 2026. Não tem tido conversas com o PSDB. Eu não fui procurado e nem conversei com o ex-governador Marconi Perillo. Isso é mais conversa que surge por aí, mas não tem nada de concreto”, afirmou.
O senador reforçou que a aproximação com Caiado e Daniel vem sendo intensificada desde o início do ano, após a separação do PSD e o Palácio das Esmeraldas durante a eleição à Prefeitura de Goiânia em 2024. Vanderlan destacou a participação em eventos governistas, como a inauguração do Complexo Oncológico de Referência (CORA) e o lançamento de obras em Doverlândia, como demonstração de alinhamento político.
Apesar do apoio de prefeitos da base, Vanderlan explicou que a decisão final depende de diálogo com o governador e o vice. “Tem que sentar e conversar para saber qual é o interesse do governador e do vice em ter o PSD nessa composição. Nós ainda não conversamos sobre isso, e tudo tem o seu momento”, disse.
Sobre a relação com Kassab, Vanderlan descartou interferência da direção nacional em Goiás, mesmo reconhecendo a amizade entre o presidente do PSD e Marconi Perillo. “O que o presidente nacional quer saber é o que vai ser melhor para o PSD em Goiás e, principalmente, onde será possível montar a melhor chapa”, declarou.
O senador também defendeu a formação ampla de chapas proporcionais, argumentando que fechar apenas com dois nomes, mesmo que sejam ele e a primeira-dama Gracinha Caiado (UB), seria prejudicial à candidatura de Daniel Vilela. “Quanto mais candidatos tivermos, melhor”, concluiu Vanderlan.

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