Vaga de vice vira peça-chave e Daniel Vilela admite: “tem que ajudar a ganhar”
Em meio às articulações, aliados de diferentes grupos disputam espaço na chapa e pressionam por protagonismo

O vice-governador de Goiás e pré-candidato ao Palácio das Esmeraldas, Daniel Vilela (MDB), afirmou que a escolha do vice para as eleições de 2026 será guiada por critérios eleitorais e de afinidade com a atual gestão, priorizando nomes que agreguem votos e tenham capacidade administrativa.
Em tom pragmático, Daniel Vilela deixou claro que o futuro companheiro de chapa não será escolhido apenas por composição política, mas por sua capacidade de fortalecer o projeto eleitoral. Segundo ele, o vice ideal deve reunir confiança do governador, sintonia administrativa e preparo para assumir o comando do Estado, caso necessário.
“O vice tem de ser alguém que agregue eleitoralmente, que agregue do ponto de vista da parceria administrativa, ser uma pessoa da confiança do governador, que, na ausência do governador, eventualmente, tenha a capacidade de seguir no mesmo ritmo”, afirmou.
O emedebista reforçou que o foco central é ampliar as chances de vitória nas urnas.
“O que buscamos é alguém que some para ganhar a eleição, que dê um passo a mais rumo à vitória”, disse.
Nos bastidores, o debate já movimenta lideranças políticas. Entre os nomes mais cotados estão Adriano Rocha Lima, Gustavo Mendanha, Luiz do Carmo e Zé Mário Schreiner, todos filiados ao PSD.
Apesar da movimentação antecipada, a definição oficial deve ocorrer apenas durante as convenções partidárias, quando as alianças serão formalizadas e a chapa consolidada. Até lá, a vaga de vice segue como uma das principais moedas de negociação no tabuleiro político goiano.

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