TJ goiano pretende torrar R$ 740 mil para barrar espionagem em gabinetes
Uma empresa de São Paulo teria apresentado proposta para venda dos itens, mas com custo mais alto que o estimado no estudo técnico.

Estudo técnico preliminar aponta que o Tribunal de Justiça de Goiás (TJGO) planeja torrar R$ 740,9 mil com bloqueadores para gravadores de áudio, câmeras secretas e kits e contrainteligência para a segurança institucional.
As informações foram publicadas pelo site Metropóles nesta quinta-feira (19) e apontam que a solicitação partiu do gabinete militar vinculado diretamente à presidência do TJ e, inclusive, o processo licitatório está em andamento.
Uma empresa de São Paulo apresentou proposta para menos itens, mas com custo mais alto para cada um deles.
De acordo com a reportagem, o estudo foi feito pelo chefe do Gabinete Militar, tenente-coronel Rodrigo Barbosa, o capitão Werlen Vieira da Silva e o subtenente Paulino Mota da Cruz realizaram o estudo preliminar.
O documento apresenta as especificações e o gasto estimado com cada aparelho.
Entre os pedidos estão: analisador espectral que serve para realizar varreduras com objetivo de identificar eventuais equipamentos clandestinos de gravação e transmissão de áudio e vídeo em funcionamento, além de detector de junções não lineares para realizar busca minuciosa para localizar eventuais equipamentos de gravação e transmissão ligados ou desligados em locais sensíveis.
Serve para detectar wi-fi ou se desligados, ou não, entre outros.
Outro lado
O G5News tentou contato com o Tribunal de Justiça por meio da assessoria, mas até a publicação desta reportagem não houve retorno.
A lista completa e valores você confere na reportagem do Metrópoles clicando AQUI.

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