Sob Gilsão, Câmara de Aparecida está apagada e sem voz política
Emedebista não mostra liderança e só gera polêmicas

Com menos de um ano à frente da Câmara de Aparecida, o vereador Gilsão Meu Povo (MDB) já conseguiu o que parecia improvável: tornar o Legislativo invisível. Apagado, sem protagonismo e atolado em polêmicas, o presidente da Casa não conseguiu emplacar nenhuma agenda relevante para a cidade.
Enquanto os presidentes de Câmaras, como Andreia Rezende (Avante), em Anápolis, Anderson Gaúcho (PL), em Senador Canedo, Romário Policarpo (PRB), em Goiânia, além de Maurin (UB), em Trindade, dão ritmo e já aparecem como nomes fortes para as próximas eleições, Gilsão simplesmente não saiu do lugar. Internamente, vereadores reclamam da falta de representatividade e da ausência de iniciativas que deem prestígio ao Parlamento.
Na comparação, cresce a sombra de André Fortaleza (PL), ex-presidente, que deixou legado de organização, prestígio e até um prédio moderno para a Câmara sem endividar a Casa. Hoje, muitos parlamentares admitem saudades do período em que o Legislativo tinha pulso e relevância.
Gilsão, por sua vez, só foi parar na mídia por motivos negativos: a compra de iPhones para vereadores em plena crise financeira da Prefeitura e a aquisição de estantes por R$ 431 mil sem licitação. Grande no tamanho, mas pequeno no mandato — é o resumo amargo de sua gestão até agora.

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