Sem partido após escândalo, Professor Alcides avalia novo destino político em 2026
Embora não tenha sido formalmente denunciado, o caso causou forte repercussão e levou a pressão política para que ele deixasse o PL.

Fontes políticas indicam que o deputado federal Professor Alcides Ribeiro, atualmente sem partido, estuda se filiar ao PSDB para disputar a reeleição em 2026, em meio a turbulência interna no PL. A movimentação — que envolve interlocução com dirigentes do PSDB — ocorre após denúncias e pressão interna após investigações envolvendo assessores do parlamentar.
Em dezembro de 2024, a Polícia Civil de Goiás deflagrou operação que resultou na prisão de um segurança e um assessor ligados a Alcides, suspeitos de invadir a casa de um adolescente — alvo de investigação da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente — para apagar supostas provas que poderiam relacionar o parlamentar a um menor.
Embora oficialmente o deputado não tenha sido formalmente denunciado, o caso causou forte repercussão e levou a pressão política para que ele deixasse o PL. Em 25 de janeiro de 2025, Alcides enviou carta formalizando sua desfiliação, alegando “motivos de foro íntimo” e destacando que a saída não implicaria em prejuízo ao mandato.
Desde então, ele está sem partido, mas mantém a intenção de disputar novo mandato em 2026.
Aproximação com o PSDB
Fontes citadas pela imprensa afirmam que, com receio das consequências das investigações sobre sua reputação no PL — onde haveria resistência, inclusive de figuras influentes — o deputado estaria buscando abrigo no PSDB. A justificativa usada nos bastidores é que “tem dinheiro e voto”, e, por isso, poderia viabilizar sua reeleição mesmo a partir de outra legenda.
O provável ingresso no PSDB contaria com o apoio de dirigentes do partido, que já o teriam recebido favoravelmente no início das negociações.
Situação atual e próximos passos
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Professor Alcides segue como deputado federal titular para o mandato 2023–2027, embora sem filiação partidária.
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A eventual filiação ao PSDB ainda não foi oficializada. Fontes relatam que o tema está sendo articulado nos bastidores.
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No PL, o nome do deputado permanece associado às controvérsias, e a direção nacional teria decidido pelo desligamento — em parte devido à pressão de aliados que não toleram representantes com suspeitas envolvendo menores.

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