Secretária avisa que professor que recusar vacina vai ficar sem salário
O bloqueio são para aqueles que não justificarem a ausência de imunização com uma ou duas doses

A secretária estadual de Educação Fátima Gavioli afirmou na quarta-feira (29) que os servidores da pasta que se recusarem a tomar a vacina contra a covid-19 terá o salário bloqueado em Goiás a partir de outubro. Apesar da medida, a gestora aponta que 98% dos servidores da Educação já tomaram pelo menos a primeira dose do imunizante contra o coronavírus.
"Aumentou bastante, hoje estamos chegando a quase 98% da primeira dose e segunda dose já estamos nos aproximando de 70%, mas a partir de outubro começa a bloquear o pagamento dos servidores que ainda não tomaram a primeira dose ou não apresentaram justificativa", disse em entrevista à rádio CBN Goiânia.
A gestora vai propor ao Centro de Operações de Emergência (COE) para que as aulas remotas, ou seja virtuais, só sejam destinadas para estudantes com comorbidades, possibilitando assim o retorno 100% presencial aos demais alunos nas unidades de ensino.
"A escola tem condição de trazer 100% dá turma? Tem. Eu vou entrar na quarta-feira com o documento no COE, onde eu quero pedir que as aulas remotas aconteça somente com alunos que tenham comorbidades e caso os pais queiram também trazer ou não. Não terá nada que nos impeça disso", ressaltou.
Conforme a gestora, se a medida for aprovada, o retorno das aulas deverá ocorrer em novembro. A chefe da pasta ainda fez um apelo para que os pais não deixem de se vacinar os filhos. "O índice de adolescente vacinados não é alto porque estão começando agora a imunização, mas a secretaria faz um clamor, um pedido aos pais para que levem essas crianças para vacinar".

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