Rejeição de Jair, Michelle e Eduardo dispara após julgamento

O julgamento do ex-presidente Jair Bolsonaro no Supremo Tribunal Federal (STF) teve efeitos diretos na imagem da família do ex-mandatário, mas praticamente não alterou a rejeição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
De acordo com levantamento, a rejeição de Lula variou de 51% para 52%, ou seja, dentro da margem de erro. Já Jair Bolsonaro viu seus números dispararem de 57% para 64%. O impacto se estendeu também a Michelle Bolsonaro, que passou de 51% para 61%, e ao deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), de 57% para 68%.
Entre os possíveis adversários, o quadro foi de estabilidade. O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP) teve rejeição de 39% para 40%. Ronaldo Caiado (PL-GO) oscilou para baixo, e Romeu Zema (Novo-MG) também não sofreu mudanças significativas. Já Ratinho Júnior (PSD-PR) apresentou alta de seis pontos na rejeição, embora tenha crescido em potencial de voto.
O cenário reforça a percepção de que Bolsonaro se tornou um peso político para aliados, efeito que não se repetiu entre os nomes do campo da direita em geral. Enquanto isso, ministros do STF, como Alexandre de Moraes, saem fortalecidos da disputa de narrativas.

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