Prefeito eleito, Vilela descobre que Vilmar não paga subsídio do transporte público há quatro meses
O atraso no repasse do subsídio, que já se estende até outubro, foi confirmado pela Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC) e pela Câmara Deliberativa de Transportes Coletivos (CDTC)

Leandro Vilela (MDB), prefeito eleito de Aparecida de Goiânia, manifestou preocupação ao "descobrir" que a prefeitura do município, ainda sobre a gestão de Vilmar Mariano, não paga há quatro meses, completados em outubro, o subsídio destinado ao transporte público, uma situação que ameaça a continuidade dos serviços e afeta diretamente os cidadãos que dependem desse meio de locomoção.
O atraso no repasse do subsídio, que já se estende até outubro, foi confirmado pela Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC) e pela Câmara Deliberativa de Transportes Coletivos (CDTC), responsáveis pela coordenação do transporte na região metropolitana. Segundo a CMTC, o subsídio médio mensal de Aparecida é de R$ 4,9 milhões, e a falta desse pagamento compromete a operação regular dos serviços.
Leandro Vilela destacou a importância de priorizar o pagamento do subsídio, enfatizando que o transporte público é essencial para a população. "A situação afeta diretamente o trabalhador e o cidadão que dependem do transporte público, e é essencial que o município priorize esse pagamento", afirmou Vilela. Ele espera que a administração atual resolva o problema antes de sua posse, questionando a falta de prioridade dada a essa questão crucial.
O subsídio é vital para manter a operação do transporte público na região, e a ausência do repasse pode resultar em interrupções no serviço, prejudicando milhares de usuários. Desde 2019, a tarifa de transporte está congelada em R$ 4,30, enquanto o valor técnico da tarifa é de R$ 10,30. Atualmente, cerca de 60% desse valor é subsidiado pelo Poder Público, com o Governo de Goiás e a Prefeitura de Goiânia arcando com 80% do subsídio, e as prefeituras de Aparecida e Senador Canedo complementando o restante.
Vilela espera que a atual administração municipal adote uma postura responsável para resolver o atraso no pagamento.
"Espero que o município consiga arcar com essa dívida, pois, se têm recursos para tantas outras despesas, por que não priorizar algo que é essencial?", questionou. Ele enfatizou a necessidade de garantir que o transporte público funcione sem atrasos, assegurando que os cidadãos tenham acesso contínuo e confiável ao serviço.
A situação exige uma resposta rápida para evitar impactos negativos na mobilidade urbana e na qualidade de vida dos habitantes de Aparecida de Goiânia, ressaltando a importância de uma gestão eficiente e comprometida com as necessidades básicas da população.

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