Pré-candidato ao Senado, Humberto Teófilo diz ser perseguido por atuação como delegado
O ex-deputado publicou um vídeo nas redes sociais em que aparece recebendo um oficial de Justiça em casa.

O delegado da Polícia Civil e pré-candidato ao Senado por Goiás, Humberto Teófilo (Novo), publicou nas redes sociais um vídeo em que aparece recebendo um oficial de Justiça na porta de casa para ser citado em uma ação judicial. Nas imagens, gravadas na entrada de seu condomínio, o delegado afirma que está sendo alvo de perseguição por causa de sua atuação profissional e política.
Durante a gravação, o oficial de Justiça informa que o delegado está sendo citado para tomar conhecimento de um processo e apresentar defesa dentro do prazo legal. Em seguida, Teófilo associa a ação aos procedimentos administrativos e judiciais que vem enfrentando nos últimos anos.
“Combater o crime tem seu preço. Mas desistir nunca foi uma opção. Seguiremos firmes na batalha”, escreveu Teófilo. “O que nós estamos vendo aqui, colegas? Nós estamos recebendo aqui o mandado de citação, mais um procedimento, processo que nós estamos respondendo. Por quê? Por trabalhar”, afirma.
Na publicação, o delegado sustenta que existe uma tentativa de retirá-lo da Polícia Civil de Goiás. Segundo ele, as remoções que sofreu ao longo da carreira e os processos aos quais responde seriam parte de uma perseguição institucional. Teófilo esteve na Central de Flagrantes de Goiânia e de Aparecida de Goiânia, quando foi removido para o serviço administrativo.
Disputa pelo Senado
O episódio ocorre em um momento de pré-campanha eleitoral. Filiado ao Partido Novo, Humberto Teófilo é pré-candidato ao Senado Federal nas eleições de 2026 e tem buscado consolidar sua imagem junto ao eleitorado conservador.
Recentemente, ele apareceu em pesquisas de intenção de voto para o Senado em Goiás, figurando entre os nomes lembrados pelos eleitores em uma disputa que também conta com pré-candidatos como Gracinha Caiado (União Brasil), Gustavo Gayer (PL), Vanderlan Cardoso (PSD), Zacharias Calil (MDB), Alexandre Baldy (PP) e Rubens Otoni (PT).
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