PL prevê multa de R$ 5 mil a escola que usar linguagem neutra
Proposta que tramita na CLDF quer impedir que professores "induzam" alunos a usar palavras como "todes" e "menines"

O deputado federal Iolando (PSC) propôs um um projeto de lei que prevê multa de R$ 5 mil a escola que usar linguagem neutra nos materiais didáticos das unidades públicas e privadas do Distrito Federal. Além disso, ele pretende impedir que professores “induzam” alunos a usar palavras como “todes” e “menines”.
“O professor fica proibido de induzir o aluno a pesquisar sobre o tema, uma vez que isso não existe na língua portuguesa, em nenhum dicionário, em nenhum lugar da nossa construção linguística”, disse o deputado ao Metrópoles.
A linguagem neutra é defendida pela comunidade LGBTQIA+. Por outro lado, é alvo de críticas de grupos conservadores. Caso seja aprovado pela Câmara, o projeto de lei ainda deverá ser sancionado pelo governador Ibaneis Rocha (MDB).
“Ideologia de gênero”
Na justificativa do projeto, o parlamentar defende que “a adoção de uma linguagem neutra a ser ensinada a crianças é o princípio de uma tragédia histérica: a ideologia de gênero sendo propagada em escolas”.
“A linguagem neutra, além de ser um português ensinado errado, suprime as diferenças entre homens e mulheres, impõe uma assepsia de gênero que destrói o princípio de separação entre meninos e meninas”, diz o texto do PL.
Ainda na matéria, o deputado considera que “anular as diferenças de pronomes de tratamento em nome de uma eventual disforia de gênero de uma pequena minoria de pessoas que se sintam desconfortáveis dentro do seu próprio sexo para criar uma linguagem e um comportamento não binário, é uma ignorância calculada dentro do escopo de uma guerra cultural, isso significa perverter e confundir algo natural e ensinar isto a crianças é um crime monstruoso”.
Leia na íntegra no Metrópoles

Marconi é descartado por 4 em cada 10 eleitores em Goiás, aponta Paraná Pesquisas
Tucano tem 40,8% de rejeição, mais que o dobro de Wilder, com 18,5%; Daniel registra 15,1% e tem o menor índice entre os três principais candidatos

Daniel bate quase 46% e abre 20 pontos sobre Marconi; Wilder chega a 13%
Daniel avança de 44,4% para 45,8%, Wilder sobe de 11,5% para 13,2%, enquanto Marconi recua de 25,4% para 24,9%













