Peixoto diz que Caiado não deve fazer "grandes" mudanças no secretariado: Serão setoriais
Ressaltou ainda que o projeto de reforma administrativa não deverá ser encaminhado à Alego antes de fevereiro, quando terá início a nova legislatura

Líder do governo na Assembleia Legislativa (Alego), Bruno Peixoto (UB) afirmou, na última terça-feira (03), que o Executivo estadual ainda discute a "reforma administrativa" que será feita para segunda gestão Caiado e que, apesar de haver alterações, o governador não deverá fazer grandes mudanças em seu secretariado. Conta que as "principais pastas" deverão continuar com os mesmos comandos e as alterações devem ser pontuais, visando apenas maior fortalecimento em algumas áreas e investimentos necessários.
“Entendo que as mudanças acontecerão, mas na minha opinião, não serão grandes mudanças [...]. Já temos anunciado a Secretaria de Infraestrutura, a possível Secretaria do Entorno. Então, entendo que serão mudanças mais setoriais”, pontuou.
Ressaltou ainda que o projeto de reforma administrativa não deverá ser encaminhado à Alego antes de fevereiro, quando terá início a nova legislatura com a posse dos novos e reeleitos deputados e será escolhida a nova "Mesa Diretora", onde Peixoto tem amplo favoritismo para se tornar presidente para comandar a Casa de Leis.
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Presidência da Alego
Peixoto segue no favoritismo para assumir a presidência da Assembleia Legislativa, os bastidores apontam que o deputado teria o apoio de 39 dos 41 parlamentares da Casa. Mas segundo ele, irá acatar as vontades de Caiado, na qual poderá ser o novo presidente oum caso o governador peça, continuar liderando o governo no legislativo e recuar da candidatura à presidência.
O deutado afirma admiração por Caiado, aponta como referência política como forma de "companheirismo".
“Isso se chama companheirismo, admiração e respeito, que é o que tenho pelo governador. Tenho ele como minha referência política”, ressaltou.
Segundo Bruno Peixoto, está montando uma base aliada para que o governador não tenha que escolher entre um ou outro e não fique "desamparado" dentro da Casa.
“Estou montando o melhor para o nosso Estado e trabalhando na junção e na união e não na imposição. Vejo isso como o nosso diferencial ao meu entender, porque assim o nosso governador não irá ficar desamparado, ele não precisará escolher entre este ou aquele dentro da base, ele sempre terá um aliado”, afirmou.
Com informações de O Popular.

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