Pastor chora e fala em "guerra religiosa" durante vigília em Aparecida
Declaração de Gilmar Santos ocorre 72 horas após deixar a cadeia por suposto envolvimento em um esquema de corrupção dentro do MEC, promovido por pastores.

O pastor Gilmar Santos participou de uma vigília religiosa numa igreja de Aparecida (região metropolitana de Goiânia), entre a noite desse sábado (25) e manhã deste domingo (26), onde chorou e disse que foi declarada uma “guerra contra o Evangelho” no Brasil.
Esta foi a primeira declaração do pastor após ter sido preso na última quarta-feira (22) por suposto envolvimento em um esquema de recebimento de propina para liberar recursos do Ministério da Educação a prefeitos. Ele deixou a cadeia na quinta-feira (23) por ordem do desembargador do Tribunal Regional Federal 1, Ney Bello.
"Esta guerra não é contra um, é contra o Evangelho, contra a família que ensinamos, contra os pilares que a igreja evangélica ensina", disse Santos aos prantos.
Apesar de tratar sobre o assunto, sem se aprofundar em sua defesa, ele declarou que ainda não comentará o caso, principalmente com a imprensa.
A declaração de Gilmar Santos ocorreu logo depois que o Jornal Nacional repercutiu uma reportagem da Folha de São Paulo de que o empresário José Edvaldo Brito enviou à Controladoria-Geral da União (CGU) comprovante de depósito, no valor de R$ 17 mil, a Wesley Costa de Jesus, genro do pastor Gilmar Santos, referente a uma negociação de evento com a presença do então ministro da Educação Milton Ribeiro, no interior de São Paulo.
Brito relata que pediu ao empresário Danilo Felipe Franco para fazer o depósito – Continue lendo aqui

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