Parecer do MP aponta que "fraude" não foi comprovada e é contra cassação do PL
Segundo o MPE, as provas obtidas durante a investigação não são contundentes para comprovar fraude na cota de gênero pelo PL.

A ação que questiona o cumprimento da cota de gênero da chapa de deputados federais do Partido Liberal (PL), em Goiás, está chegando ao fim. Parecer do Ministério Público Eleitoral (MPE) é contrário aos questionamentos da Federação PSOL-Rede, Federação Brasil da Esperança (PT, PCdoB e PV), Solidariedade, Republicanos e PRD.
Segundo o MPE, as provas obtidas durante a investigação não são contundentes para comprovar fraude na cota de gênero pelo PL. O partido conseguiu eleger Gustavo Gayer, Professor Alcides, Daniel Agrobom e Magda Mofatto nas eleições de 2022.
A vice-presidente do Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO), Amélia Martins de Araújo, relatora do caso, pediu vistas ao processo. O julgamento deve ser retomado na próxima segunda-feira (08).
A decisão final sobre a ação pode ter implicações significativas para o cumprimento da cota de gênero nas chapas partidárias em futuras eleições.

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