OS's devem assumir Cmeis de Goiânia e ampliar atendimentos; "Tem fiscalização e monitoramento", afirma secretária
De acordo com Gisele Faria, Secretária de Educação de Goiânia, essa mudança tem o potencial de afetar diretamente mais de 30 mil alunos

A Prefeitura de Goiânia, em um movimento estratégico para melhorar a gestão das unidades de ensino infantil, anunciou a intenção de terceirizar a administração de suas instituições de ensino. Com essa decisão, publicada recentemente em uma portaria, o município pretende credenciar organizações que se interessem pelo gerenciamento das 146 unidades já existentes. Esse passo ambicioso visa não apenas a administração, mas também encontrar soluções para um problema persistente: a falta de vagas para as crianças.
De acordo com Gisele Faria, Secretária de Educação de Goiânia, essa mudança tem o potencial de afetar diretamente mais de 30 mil alunos.
“As entidades filantrópicas vão ampliar o atendimento com qualidade nas nossas instituições", afirmou Faria. A secretária destacou que, no início do governo do prefeito Sando Mabel, 10 mil crianças estavam fora das instituições de ensino. Graças aos esforços contínuos, cerca de 8 mil crianças foram integradas às escolas. No entanto, ainda existem 3 mil crianças aguardando vagas, principalmente em áreas onde não há infraestrutura disponível.
O plano é claro: utilizar o credenciamento de organizações para expandir o alcance das instituições.
"A portaria é para atender nossas crianças que estão fora das escolas, ampliando o atendimento", disse Faria. A secretária explicou que as novas organizações serão responsáveis por encontrar espaços físicos adequados. "Essas organizações vão alugar ou adaptar espaços já existentes para atender essas crianças, nós já mapeamos alguns imóveis em Goiânia."
Entre os locais identificados como mais críticos estão Vera Cruz, Novo Mundo, Jardim Guanabara, Vila Mauá e Residencial Itaipu. Estes bairros enfrentam um alto déficit na oferta de vagas em creches e pré-escolas.
Garantias de Qualidade e Fiscalização
Em relação à qualidade do atendimento, Gisele Faria garantiu que as crianças e os pais não notarão diferença entre as unidades terceirizadas e as administradas diretamente pela prefeitura.
"Tem a presença da prefeitura nesses Cmeis, tem a fiscalização, o monitoramento, o acompanhamento de tudo." A expectativa é que as novas unidades comecem a operar dentro dos próximos 45 dias, dependendo da finalização dos processos de locação e credenciamento.
Essa iniciativa não apenas busca resolver a questão imediata da falta de vagas, mas também anseia oferecer uma alternativa segura e supervisionada que garanta o desenvolvimento das crianças em Goiânia. A comunidade aguarda ansiosamente por essas mudanças, com a esperança de que todas as crianças possam finalmente ter acesso à educação de qualidade e atendimento adequado nas instituições de ensino infantil da cidade.

Kitão quer levar debate sobre cannabis para Alego e uso da fibra na medicina
Candidato a deputado estadual, vereador quer usar experiência acumulada em Goiânia para levar discussão à Assembleia e ampliar políticas relacionadas à cannabis medicinal em Goiás

Pedro Sales desiste de candidatura a deputado federal em Goiás
Nos bastidores, Pedro Sales era apontado como um dos nomes cotados para integrar a chapa do PSD na disputa por uma cadeira na Câmara Federal.











