MP diz que sorteio de arma é ilegal e abre investigação contra Romu
A medida foi tomada depois que a Romu fez o anúncio nas redes sociais convidando seguidores para que participassem da “promoção”.

O Ministério Público de Goiás (MPGO) vai apurar a realização do sorteio de uma pistola modelo Glock G25 pela equipe da Ronda Ostensiva Municipal (Romu) da Guarda Civil Metropolitana de Goiânia (GCM).
A medida foi tomada depois que a Romu fez o anúncio nas redes sociais convidando seguidores para que participassem da “promoção”.
Segundo a publicação, são vendidas 300 cotas da rifa a R$ 50 cada. A intenção é arrecadar dinheiro para ajudar na construção da nova sede da Romu no bairro Jardim Califórnia.
O MP declarou que esse tipo de sorteio é proibido por lei.
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Agora o Ministério Público quer saber a origem da arma de fogo, quem são os guardas municipais responsáveis pelo sorteio, se há prévio certificado de autorização emitido pelo Ministério da Economia para a realização do sorteio, conforme determina o artigo 4º, da Lei nº 5.768/1971.
Além disso, o Núcleo de Controle Externo da Atividade Policial (NCAP) também que uma resposta se o comando da Romu tem conhecimento do comando a vedação a que se refere o artigo 10, inciso III, do Decreto nº 70.951.
A GCM afirma que irá resguardar que referida arma de fogo seja entregue somente à pessoa que preencha os requisitos que possibilitam a aquisição, o registro e o porte de tal objeto, previstos na Lei nº 10.826/2003 (Estatuto do Desarmamento) e no Decreto nº 9.847/2019.
Porém, o órgão que saber como será feita a transmissão de propriedade da arma de fogo ao futuro sorteado.

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