Mabel reage após garis serem agredidos por perito: “Merecem respeito e segurança”; assista
O prefeito saiu em defesa dos garis e afirmou que a gestão municipal repudia qualquer tipo de violência contra quem mantém a cidade limpa

A agressão e as ameaças sofridas por uma equipe de coleta de lixo no Setor Negrão de Lima, em Goiânia, provocaram reação imediata do prefeito Sandro Mabel. Nesta semana, o chefe do Executivo municipal manifestou solidariedade aos trabalhadores da limpeza urbana e condenou o episódio de violência registrado durante o serviço.
O caso veio à tona após câmeras de monitoramento instaladas em um caminhão de coleta registrarem toda a confusão. Segundo as informações divulgadas, o agressor foi identificado como Ricardo Rezende de Morais, perito criminal da Polícia Científica.
De acordo com os relatos, a discussão começou porque o caminhão de lixo estava parado durante a coleta e teria dificultado a passagem de veículos na via. A partir daí, o homem teria partido para agressões e ameaças contra os trabalhadores.
Em pronunciamento público, Sandro Mabel repudiou a violência e destacou a importância dos profissionais que atuam diariamente na limpeza da capital.
“Quero manifestar minha solidariedade aos trabalhadores da limpeza urbana que foram vítimas de agressão e ameaças durante o trabalho nas ruas de Goiânia. Nossa gestão repudia qualquer forma de violência contra trabalhadores”, afirmou.
O prefeito também ressaltou que os garis desempenham um papel fundamental para a cidade e que merecem reconhecimento da população.
“Esses homens e mulheres prestam um serviço essencial. Eles ajudam a cuidar da nossa cidade todos os dias e merecem respeito, valorização e segurança para trabalhar”, declarou.
Mabel aproveitou ainda para agradecer aos profissionais do LimpaGyn, da Comurg e das demais equipes que atuam nas ruas, muitas vezes durante a madrugada, para manter a capital limpa e organizada.
Após a repercussão do caso, a Polícia Científica informou que Ricardo Rezende de Morais está afastado de suas atividades desde janeiro de 2025. Segundo a corporação, ele exercia funções administrativas antes do afastamento e não possui porte funcional de arma de fogo.
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Em nota, a instituição esclareceu que o servidor não recebeu armamento institucional nem autorização para aquisição de armas de uso restrito. A corporação também informou que já adotou as providências cabíveis em relação ao caso.
O consórcio LimpaGyn, responsável pela equipe agredida, afirmou que está prestando todo o suporte necessário aos trabalhadores envolvidos e que adotará as medidas legais junto aos órgãos competentes.
“Reafirmamos nosso compromisso com a segurança de nossas equipes e com a valorização dos profissionais que, diariamente, contribuem para a limpeza urbana da cidade”, destacou a empresa em comunicado.
O caso segue sob apuração, enquanto trabalhadores da limpeza urbana cobram respeito e mais segurança durante a execução dos serviços nas ruas da capital.

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