Julgamento que pode cassar a chapa do PL na Alego é adiado
Ao todo, três ações questionam o cumprimento da cota de gênero pelo PL e o relator deve apresentar um voto único para todas as ações

O julgamento que poderia decidir pela cassação da chapa do Partido Liberal (PL) na Assembleia Legislativa de Goiás (Alego) foi adiado após pedido de vista do relator do processo, desembargador Ivo Fávoro. A sessão teve início na tarde desta segunda-feira (18) Tribunal Regional Eleitoral de Goiás (TRE-GO) foi suspensa por tempo indeterminado.
De acordo com o Ministério Público Eleitoral (MPE), a acusação é por suposta fraude na cota de gênero. O PL tem três cadeiras na Alego, ocupadas pelos deputados Eduardo Prado, Major Araújo e Paulo César Martins. Apesar da possibilidade de perderem os mandatos, o julgamento pode ir para o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), última instância da Justiça Eleitoral.
O parecer inicial do Ministério Público Eleitoral (MPE) foi pela cassação da chapa dos parlamentares de direita. Ao todo, três ações questionam o cumprimento da cota de gênero pelo PL e o relator deve apresentar um voto único para todas as ações.
Caso a chapa caia, União Brasil e PT estão de olho nas três cadeiras que ficarão vagas. O partido do governador Ronaldo Caiado, inclusive - União Brasil - é um dos autores da ação.

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