Juiz torna réus amigos denunciados por morte de jovem encontrada em mata de Goiânia
O corpo de Ariane de Oliveira foi achado em agosto deste ano, sete dias após ela ser considerada desaparecida

Os três amigos de Ariane Bárbara Laureano de Oliveira, de 18 anos, que foi encontrada morta após sair para se encontrar com eles, em Goiânia, se tornaram réus por homicídio qualificado. A decisão do juiz Jesseir Coelho de Alcântara foi divulgada nesta quinta-feira (4).
Os réus são Enzo Jacomini Carneiro Matos, de 18 anos, cujo nome social é Freya; Raíssa Nunes Borges, de 19 anos; e Jeferson Cavalcante Rodrigues, de 22 anos.
O magistrado converteu a prisão temporária em preventiva, mantendo os três presos no Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia.
Na época do crime, uma adolescente de 16 anos foi apreendida, suspeita de dar uma facada em Ariane. No entanto, por ser menor de idade, o processo criminal ocorre na Vara da Infância.
Crime
Ariane Bárbara Laureano de Oliveira, de 18 anos, foi assassinada por amigos no dia 24 de agosto. Ariane ficou seis dias desaparecida.
À Polícia Civil, os presos, Jeferson Cavalcante Rodrigues, 22, Raíssa Nunes Borges, 19, e Enzo Jacomini Carneiro Matos, de 18, confessaram o crime.
Jeferson conduzia o veículo que buscou a jovem no Lago das Rosas, no Setor Oeste. Eles disseram a ela que iriam pagar um lanche. A jovem foi levada a um ponto escuro do Jaó, um dos bairros de classe média alta de Goiânia.
A justificativa dos jovens sobre o crime é que eles queriam saber se Raíssa era psicopata.

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