Imas passa por auditorias e MP faz recomendação ao prefeito Rogério Cruz
Promotoria de Justiça de Goiânia aguarda o recebimento de novas auditorias por parte da UFG para concluir o procedimento de investigação

Promotoria de Justiça de Goiânia aguarda o recebimento de novas auditorias por parte da Universidade Federal de Goiás (UFG) para concluir o procedimento de investigação aberto para apurar possíveis irregularidades no Instituto Municipal de Assistência à Saúde dos Servidores (Imas).
Dentro do procedimento, as promotoras de Justiça Carmem Lúcia Santana de Freitas (20ª PJ) e Marlene Nunes Freitas Bueno (87ª PJ) recomendaram ao prefeito da capital, Rogério Cruz, e ao presidente do Imas, Marcelo Marques Ferreira, a adoção de medidas necessárias a fazer cessar as irregularidades e a promover a reestruturação do instituto.
Nesse sentido, o município celebrou um convênio com a UFG, tendo como objetivo realizar auditorias e consultorias para promover um diagnóstico da situação atual da entidade e, assim, fundamentar um conjunto de medidas de gestão. Além disso, os levantamentos servirão para orientar e dar suporte ao processo decisório nas áreas de planejamento, organização, auditoria, controle e implementação de ferramentas de gestão.
Na última quarta-feira (07), foi realizada uma reunião na sede do Ministério Público de Goiás com a presença dos promotores Carmem Lúcia Freitas e Cassius Marcellus de Freitas Rodrigues (88ª PJ) e o presidente do Imas, Marcelo Teixeira, momento no qual a equipe da Universidade Federal de Goiás realizou a entrega dos resultados da auditoria financeira, um dos produtos presentes no convênio.
De acordo com a promotora Carmem Lúcia Freitas, seguindo as orientações apresentadas no relatório da auditoria financeira, o próximo passo será a tentativa consensual de que o instituto, o prefeito e as Secretarias Municipais de Finanças e de Administração implementem as sugestões, de modo a sanar as irregularidades.
Além disso, segundo ela, espera-se melhorar todo o sistema de assistência à saúde ofertado pelo Município de Goiânia aos seus servidores, com respeito devido ao patrimônio público.
A promotora, no entanto, ressaltou que a equipe da Universidade Federal de Goiás não concluiu todas as atividades no instituto, restando apresentar o resultado de outras auditorias, que continuam sendo realizadas.

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