Goiânia libera R$ 20 milhões para consertos rápidos nas unidades de saúde; assista
“Com a manutenção de áreas com mofo, troca de equipamentos com defeito e reparos mais rápidos, vamos dar mais conforto e dignidade para as pessoas que buscam atendimento”, destacou o secretário de Saúde, Luiz Pellizer.

As unidades de saúde de Goiânia vão ganhar mais autonomia para resolver problemas do dia a dia sem depender de longos processos burocráticos. A Prefeitura lançou o Programa de Autonomia Financeira das Unidades de Saúde (Pafus), que prevê investimento de R$ 20 milhões com repasses diretos para 117 unidades da capital. O recurso será usado para manutenção, pequenos reparos, compra de itens e melhorias consideradas essenciais para o atendimento da população.
A proposta busca acelerar soluções que antes demoravam semanas ou até meses para serem executadas, afetando diretamente pacientes e servidores das unidades.
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o programa permitirá que cada unidade tenha maior independência para resolver demandas imediatas, como troca de equipamentos com defeito, reparos estruturais e manutenção de espaços que necessitam de intervenção.
De acordo com o secretário municipal de Saúde, Luiz Pellizer, a iniciativa representa um processo de desburocratização e deve reduzir o tempo de espera para pequenos consertos.
“É um processo de desburocratização para pequenas reformas, pequenas manutenções e aquisição de itens. Antes, quando uma cadeira quebrava, tinha que se recolher o material, abrir uma ordem de serviço, marcar um dia para alguém buscar essa cadeira, levar para o galpão, fazer a manutenção e só depois ela voltava para a unidade”, explicou.
O secretário afirmou que esse processo fazia com que itens básicos permanecessem indisponíveis por até mais de um mês.
“Nesse laque de tempo, a oportunidade de ficar sem essa cadeira era de 30 a 40 dias. Agora não. Teve uma cadeira quebrada na segunda, na terça-feira já tem os orçamentos e na quarta-feira ela pode estar consertada”, disse.
Além da agilidade, a expectativa da gestão é melhorar o ambiente oferecido aos pacientes, principalmente em unidades que enfrentam problemas estruturais.
“Pessoas que estão doentes precisam de um ambiente com mais conforto e dignidade. Então, esperamos que com manutenção de áreas com mofo, troca de equipamentos com defeito e outras melhorias possamos dar mais conforto e dignidade para quem busca atendimento”, completou André Luiz, coordenador geral do Cais Campinas.
Com o Pafus, a Prefeitura aposta em uma gestão mais rápida dentro das unidades e na melhoria da qualidade dos serviços prestados à população, reduzindo entraves administrativos e acelerando respostas para problemas cotidianos da rede municipal de saúde.

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