Fortaleza convoca “extraordinária” para votar LOA e Reforma Administrativa
O presidente da Câmara ressaltou que a convocação não quer dizer “aprovação” e que os projetos serão analisados e discutidos no plenário da Casa

Presidente da Câmara Municipal de Aparecida, André Fortaleza (MDB) convocou, para tarde desta sexta-feira (03), sessão extraordinária para votar a Lei de Diretrizes Orçamentária (LOA) e a Reforma Administrativa enviadas pelo prefeito Vilmar Mariano (Mais Brasil). No entanto, ao G5News, o presidente afirmou que a convocação não quer dizer “aprovação” e ressaltou a necessidade de analisar e discutir o projeto no plenário para ver a viabilidade.
A Prefeitura protocolou, no último dia 20, projeto de Lei referente à Lei Complementar da Organização Administrativa, com criação da Secretaria de Políticas Para Mulheres. O prefeito Vilmar Mariano encaminhou, ainda, ofício solicitando a votação da Lei Orçamentária Anual (LOA) para o exercício de 2023, que está em posse do Poder Legislativo.
A LOA estabelece o orçamento da gestão detalhando as despesas do município para todo o ano.
O texto apresenta as principais políticas setoriais da administração municipal e os objetivos para 2023, refletindo as ações dos eixos estruturantes, a promoção da qualidade dos serviços públicos essenciais do município.
Outro texto enviado ao Legislativo é a Lei Complementar 004, que dispõe sobre a Estrutura Organizacional Administrativa do Poder Executivo do Município de Aparecida de Goiânia/GO, estabelecendo novo modelo de gestão de resultados, contratos de gestão, processos e reestruturação das secretarias.
Entre os anexos do projeto de Lei está a regularização do pagamento de gratificação aos servidores municipais por meta e demais finalidades dos cargos.
Fortaleza esclareceu que estão distorcendo a história e alardeando pelo município que a Câmara estaria “segurando” as gratificações devidas aos servidores, mas que a Lei Complementar 004, que está para análise do legislativo, não trata exclusivamente de gratificações e que o Executivo não depende da aprovação para fazer os pagamentos.
“A convocação foi feita, mas não significa aprovação não. Temos que analisar e discutir o projeto no plenário. Distorceram muito aí que a Câmara está segurando as gratificações. Volto a repetir, a Câmara é parceira do servidor e essa Lei Complementar 004 não trata exclusivamente de gratificações e o Executivo não depende dela para pagar”, explicou.

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