Flagrante de dinheiro “vivo” e vale-combustíveis em carreata pode “derrubar” candidatura de Alcides em Aparecida
O flagrante aconteceu durante uma carreata e motociata de Alcides na tarde desta terça-feira (24), em Aparecida, onde inclusive contou com a presença do ex-presidente Jair Bolsonaro

Abordagem da PM que prendeu um coordenador de campanha do candidato à Prefeitura de Aparecida de Goiânia, Professor Alcides (PL), identificado como “Gilmar”, pode terminar com a cassação da candidatura do político, já que, além do dinheiro em espécie que carregava em uma mochila durante a carreata do candidato na cidade, foram apreendidos requisições de combustível “em branco”, notinhas de abastecimento, vale combustíveis e uma lista, que seria o levantamento dos veículos abastecidos pela campanha.
Todo material apreendido e encaminhado para investigação da Polícia Federal. Se comprovado o crime eleitoral de “compra de votos”, Alcides perde a candidatura a prefeito em Aparecida de Goiânia.
O flagrante aconteceu durante uma carreata e motociata de Alcides na tarde desta terça-feira (24), em Aparecida, onde inclusive contou com a presença do ex-presidente Jair Bolsonaro, que desfilou ao lado do candidato.
Conforme a ocorrência, a Polícia Militar recebeu denúncia anônima relatando o suposto crime. Os militares identificaram o carro em meio à carreata do PL, fizeram abordagem e flagram todo material conforme relatado na denúncia.
Dinheiro em espécie, requisições de combustível, “em branco”, notinhas de abastecimento, vale combustíveis e uma lista que seria o controle de veículos abastecidos.
A suspeita é de que o suposto patrocínio de combustíveis seria para atrair mais pessoas à carreata de Alcides para movimentar a campanha do candidato.
Conforme apurado pela reportagem, Gilmar era o responsável da campanha por fazer repasses aos candidatos a vereador da chapa do PL em Aparecida.
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Conforme a lei eleitoral, todo repasse a candidatos deve ser feito pelo partido por meio de transferências, para que após o pleito seja feito o levantamento de gastos e a prestação de contas à Justiça Eleitoral, tanto do candidato cabeça de chapa quanto dos vereadores.
O que não justifica o flagrante durante a carreata, e no mínimo ainda não explicado, o porquê de levar dinheiro vivo para a carreata, requisições de abastecimento em branco e vale-combustíveis justamente numa carreata política com adesão de populares.
Caso segue em investigação.

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