Eduardo Bolsonaro lidera rejeição em pesquisa presidencial; Caiado é o menos rejeitado - veja lista
A rejeição ao deputado federal subiu para 68%, tornando-o o menos competitivo; o ex-presidente Lula lidera todos os cenários de primeiro turno

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) é, atualmente, o nome mais rejeitado entre os possíveis candidatos à Presidência da República em 2026. Segundo a pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta terça-feira (9), 68% dos eleitores afirmam que o conhecem e não votariam nele.
O pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), aparece logo em seguida, com 63% de rejeição, enquanto a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro registra 61%.
O levantamento da Quaest mostra que a rejeição a Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos desde fevereiro, tem apresentado crescimento constante. Em janeiro, o percentual de eleitores que não votaria nele era de 55%, subindo gradualmente para 56% (março e maio), 57% (agosto) e atingindo 68% em setembro. Apenas 20% dos eleitores conhecem o deputado e votariam nele, e 12% não o conhecem.
Felipe Nunes, diretor da Quaest, destacou que o alto índice de rejeição faz de Eduardo "um dos menos competitivos" entre os candidatos testados.
Em um cenário simulado, ele estaria 15 pontos atrás do presidente Lula, registrando 31% contra 46% do atual mandatário.
A pesquisa listou as taxas de rejeição de diversos nomes cotados para a disputa presidencial. Entre os governadores testados, Ronaldo Caiado (UB), de Goiás, é o menos rejeitado, com 32%.
A lista completa de rejeição é a seguinte:
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Eduardo Bolsonaro: 68%
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Jair Bolsonaro: 63%
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Michelle Bolsonaro: 61%
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Ciro Gomes: 60%
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Luiz Inácio Lula da Silva: 51%
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Tarcísio de Freitas: 41%
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Ratinho Júnior: 40%
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Romeu Zema: 34%
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Ronald Caiado: 32%
Liderança de Lula e Alternativas da Oposição
A um ano da eleição, o presidente Lula (PT) mantém a liderança em todos os cenários de primeiro turno, com intenções de voto que variam entre 35% e 43%.
No campo da oposição, mesmo inelegível, Jair Bolsonaro aparece como o nome com melhor desempenho (26%). Sem ele na disputa, a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (21%) e o governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (19% ou 18%) surgem como as principais alternativas para liderar a direita.
Detalhes da Pesquisa

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