Deputado petista é chamado de “apoiador de terrorista” e se defende: “Sou defensor de direitos humanos”
O comunicado vem após Mauro Rubem participar de um ato pró-palestina na segunda-feira (30), em Goiânia, em que bandeiras de Israel e Estados Unidos foram queimados em determinado momento

O deputado estadual Mauro Rubem (PT), publicou uma nota para expor seu posicionamento em relação a guerra na Faixa de Gaza, entre Israel e o grupo terrorista Hamas. No texto, ele condenou as duas forças e disse defender os direitos humanos. Além disso, afirmou que qualquer tentativa de vinculá-lo ao de “apoiador de terroristas”, ou de “antissemita”, ou de “racista”, constitui-se em crime, e tomará providências judiciais.
O comunicado vem após Mauro Rubem participar de um ato pró-palestina na segunda-feira (30), em Goiânia, em que bandeiras de Israel e Estados Unidos foram queimados em determinado momento. “Estive nesse ato e irei em quantos atos forem feitos em nome da paz e do fim da guerra. Não queimaria nenhuma bandeira porque isso, do meu ponto de vista, poderia acirrar ainda mais os ânimos”, disse.
Apesar do posicionamento, ele ressalta que “enquanto os EUA votarem pela continuidade da guerra, que tem como consequência a continuidade da matança de crianças inocentes pelo exército do Estado de Israel eles devem ser responsabilizados por cada óbito que já poderia ter cessado”, pontua ao criticar mais uma vez o posicionamento dos países.
“Que fique bem claro, jamais irei julgar as pessoas que o fizeram em protesto contra as mortes de seus familiares e filhos, que morrem todos os dias com bombas explodindo seus corpos dentro de suas próprias casas ou de fome, ou de sede porque o socorro internacional está sendo impedido de entrar na Faixa de Gaza pela desumanidade de quem controla a circulação no local. Digo mais, é preferível que queimem bandeiras em protestos do que seres humanos, inclusive, crianças inocentes com tiros e bombas reais”.
Guerra com a direita e fake news
Para Mauro Rubem, as notícias e tentativas de vincular seu nome ao terroristas, são uma fake news “com fins politiqueiros e antidemocráticos utilizada pela extrema direita e, mentiras devem ser combatidas pelo jornalismo profissional, no qual devoto todo respeito e admiração”, disse.

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