O PSD de Goiás definiu nesta quinta-feira (19) sua nova executiva estadual com 25 integrantes, reunindo nomes de peso da política e da gestão pública. A composição reforça o protagonismo do partido no estado e alimenta a disputa interna por quem será o indicado a vice na chapa de Daniel Vilela (MDB) ao governo.
Em movimento que sinaliza força e articulação para as eleições de 2026, o PSD goiano oficializou sua executiva estadual com uma lista que mistura lideranças políticas, gestores e representantes de setores estratégicos.
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O governador Ronaldo Caiado assume a presidência do partido no estado. Como vice-presidentes, foram definidos o senador Vanderlan Cardoso e o presidente da Goinfra, Pedro Salles. A secretaria-geral ficará com Luís Carlos da Silva Rates, enquanto a tesouraria será comandada por Carlos Diogo Rios Velasco (1º tesoureiro) e Hugo Goldfeld (2º tesoureiro).
Entre os nomes que integram a executiva também estão figuras conhecidas da política goiana, como o ex-prefeito de Aparecida de Goiânia Gustavo Mendanha, a secretária estadual de Educação Fátima Gavioli, o ex-presidente do PSD Vilmar Rocha e o presidente da Faeg, José Mário Schreiner.
A lista de vogais — que têm direito a voz e voto nas decisões partidárias — inclui ainda o secretário-geral de Governo Adriano da Rocha Lima, deputados como Dr. Antônio e Cairo Salim, o deputado federal Ismael Alexandrino, além de gestores e lideranças como Erik Figueiredo, Marden Júnior e a secretária de Cultura Yara Nunes, entre outros.
Os membros da executiva terão mandato até 31 de maio de 2027.
Disputa pelo posto de vice
Nos bastidores, a nova composição já aponta para a próxima eleição estadual. Há um acordo entre Ronaldo Caiado e o presidente nacional do PSD, Gilberto Kassab, para que o partido indique o candidato a vice-governador na chapa de Daniel Vilela (MDB), pré-candidato ao Palácio das Esmeraldas.
Cinco nomes despontam como possíveis escolhidos: Adriano da Rocha Lima, Fátima Gavioli, Gustavo Mendanha, José Mário Schreiner e Vilmar Rocha. A definição deve ocorrer nos próximos meses, conforme avançam as articulações políticas.
Com a executiva formada e nomes fortes no tabuleiro, o PSD se posiciona como peça-chave na sucessão estadual, ampliando seu peso nas negociações e no desenho eleitoral de 2026.