Com mandato apagado, vereadora se vitimiza e tenta “usar” mulheres com projeto lacrador; veja vídeo
A proposta de Camila Rosa é que mulheres recebam o mesmo número de homenagens que os homens, o que é inconstitucional, aponta a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara

A vereadora Camila Rosa (PSD), aparentemente, ainda tentando se valer da “polêmica” do “microfone cortado” para manter os holofotes, caso que já foi julgado por duas instâncias da Justiça e arquivado pelo entendimento de que foi “exagero” e “vitimismo”, voltou ao assunto em um vídeo para afirmar ser “perseguida” na Câmara de Aparecida e acusar a Casa de “machista”, pelo simples fato de não ter um projeto aprovado.
Pasmem! A proposta de Camila é que mulheres recebam o mesmo número de homenagens que os homens, como se a maioria dos vereadores daquela casa deixasse as mulheres de lado, acusando, mais uma vez, o presidente do Legislativo, André Fortaleza (MDB), de ser machista. Porém, segunda a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), a proposta é inconstitucional.
No entanto, não que as mulheres não devam ser homenageadas, devem sim, tanto quanto, ou mais que os homens. Entretanto, para isso, não é necessário lacração na mídia e se valer de caso passado para tentar chamar atenção o tempo todo.
Basta indicar a pessoa homenageada, justificar, defender o projeto e articular com os “colegas”, que vão votar.
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Não parece que a vereadora realmente se importa com esse projeto, a conduta de Camila vem demonstrando que a intenção é criar motivos para continuar “sendo vítima”, mas não tá colando mais. Está parecendo mais a deputada federal petista Maria do Rosário, que vive a se vitimizar no Congresso Nacional e metida em confusões.
Sem projetos e trabalhos para mostrar, Camila só faz tumultuar. Ao invés de somar, a vereadora quer somente dividir a Casa de Leis.
Bom seria se ela fiscalizasse os bairros e contribuíssem com a população sem querer o tempo todo “lacrar na internet”.
Na Câmara conseguiu inimizades, não por ser mulher, mas muitos os consideram arrogante, prepotente e ao invés de dialogar quer impor suas ideias. A política não funciona assim. A Câmara é lugar de debates sério e não circo.
Assista vídeo e tire suas conclusões:

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