Com fama de traidor, Vanderlan tenta "reatar" com grupo de Caiado
O movimento do senador indica disposição em apagar atritos antigos em nome da sobrevivência política e de um projeto de reeleição ao Senado.

A tentativa do senador Vanderlan Cardoso (PSD) de retornar ao grupo político liderado por Ronaldo Caiado (UB) revela mais do que pragmatismo: é um gesto estratégico motivado pelo isolamento eleitoral após a disputa frustrada pela Prefeitura de Goiânia.
O movimento do senador indica disposição em apagar atritos antigos – como a escolha de Daniel Vilela para vice-governador – em nome da sobrevivência política e de um projeto de reeleição ao Senado.
A sinalização ao MDB com o retorno de Pedro Chaves e a presença em eventos ligados a Caiado compõem a narrativa de reconciliação. Ainda que o discurso seja de unidade e construção conjunta dentro do PSD, Vanderlan parece admitir que, na política goiana, estar fora da base significa estar fora do jogo.
Mas para conseguir ser candidato pela base governista pode ser considerado um sonho distante, pois, Vanderlan teria que desbancar a primeira-dama Gracinha Caiado ou Gustavo Mendanha (MDB). No caso de Gustavo recuar, existem outros aliados que sempre estiveram com o governador e que possuem preferência na disputa.

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