Câmara aprova LDO de Goiânia para 2026 com orçamento de R$ 10,2 bilhões
Em votação definitiva, vereadores reduziram de 30% para 23% a margem que Mabel poderá remanejar

A Câmara Municipal de Goiânia aprovou, em segunda e última votação, o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para o exercício de 2026. O texto, enviado pelo prefeito Sandro Mabel (União Brasil), estima uma receita total de R$ 10,246 bilhões e uma despesa de R$ 10,242 bilhões, prevendo um superávit de R$ 3,7 milhões para o próximo ano.
O "Cabo de Guerra" do Orçamento A principal alteração feita pelos vereadores ao texto original foi a redução do índice de remanejamento. Enquanto Mabel solicitou autonomia para movimentar até 30% do orçamento sem aval da Câmara, os parlamentares fixaram o limite em 23%. Essa margem define o quanto o prefeito pode retirar de uma área e aplicar em outra por decreto, sem necessidade de nova votação.
Ao todo, oito emendas foram encartadas ao projeto final. Entre as mudanças aprovadas, destacam-se:
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Educação: Garantia de recursos para a implementação do Plano de Cargos e Salários dos servidores.
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Legislativo: Fixação de 4,5% da receita municipal para a manutenção da Câmara de Vereadores.
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Emendas Impositivas: Quatro alterações regulamentam o repasse de verbas que os vereadores destinam diretamente a obras e projetos em suas bases.
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Gestão de Crise: Ajuste nas regras de controle de gastos para o caso de a arrecadação da prefeitura ficar abaixo do previsto.
Com a aprovação da LDO, o Executivo agora tem as balizas necessárias para enviar a Lei Orçamentária Anual (LOA), que detalha exatamente onde cada centavo será aplicado a partir de 1º de janeiro de 2026.

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