Caiado rebate presidente da Fieg: “Acabei foi com a indústria da corrupção que ele estava envolvido”
Governador rebateu às criticas de Sandro Mabel de que seu Governo é um desastre para a indústria goiana.

O governador Ronaldo Caiado (União Brasil) rebateu as afirmações do presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg), Sandro Mabel, de que seu Governo é um desastre para a indústria goiana. Ao G5News, na tarde desta quinta-feira (07), Caiado afirmou que sua gestão acabou com a corrupção a qual Mabel estava envolvido.
“Acabei com a indústria da corrupção da qual estava envolvido [Mabel]. Fez essa declaração porque ele está penalizado”, respondeu o governador.
A declaração foi uma referência clara à “Operação Tokens”, da Polícia Federal, em que o presidente da Fieg foi alvo por supostas fraudes em certificados digitais de fiscais e gestores do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama).
“Todo mundo conhece Ronaldo Caiado. Ele [Mabel] já estava avisado, muda de profissão ou muda de Goiás”, concluiu Caiado.
A reação ocorreu porque Sandro Mabel fez duras críticas ao Governo do Estado.
"Se ele faz bom governo em outros setores, eu também não consigo enxergar, mas, quanto à industrialização, é um fracasso. Não existe outro estado no Brasil que desincentive mais a indústria do que Goiás. Apesar da perseguição feita pelo governo, a área automobilística cresce em Goiás devido ao arrojo dos empresários, que são corajosos, têm disposição, investem, treinam mão de obra, e acreditam nas indústrias deles, porque no Estado de Goiás eles não acreditam mais", disse Mabel em uma reportagem na quarta-feira (06).
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A Operação Tokens, deflagrada em setembro de 2020, chegou ao presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás depois da Justiça Federal expedir mandado de busca e apreensão devido às suspeitas de irregularidades na documentação de uma propriedade no município de Canabrava do Norte, em Mato Grosso.
As investigações da Polícia Federal suspeita que Mabel se beneficiou de um esquema de falsificação de documentos ambientais que beneficiava donos de terras na região da Amazônia Legal, que pode ter causado prejuízo estimado de R$ 150 milhões.

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