Alcides diz não haver nada concreto e dispara: "Sou homossexual, não sou bandido"
A declaração ocorre 24 horas após a Polícia Civil prender segurança particular do deputado, instrutor de tiros e um policial militar acusados de roubarem dois aparelhos celulares ameaçar a um adolescente de 16 anos.

O deputado federal Professor Alcides (PL) emitiu nota afirmando não haver fato concreto nas acusações de pedofilia, além de uma repetição de mentiras e a utilização abjeta do aparato policial para persegui-lo.
A declaração ocorre 24 horas depois que uma operação da Polícia Civil prendeu um segurança particular do deputado, um instrutor de tiros e um policial militar da Companhia de Policiamento Especializado (CPE) de Aparecida de Goiânia, acusados de roubarem dois aparelhos celulares de ameaça a um adolescente de 16 anos.
Segundo a polícia, a ação tinha como objetivo esconder supostas provas de um relacionamento amoroso do deputado com o menor de idade.
“Tentam estabelecer uma narrativa desonesta, baseada na distorção de fatos que teriam ocorrido e que supostamente envolveriam indiretamente meu nome. Nada de verdadeiro! Nenhum fato concreto, uma repetição vergonhosa de mentiras e a utilização abjeta do aparato policial do Estado. Há, sim, uma absurda utilização de acusações que não se sustentam, que não merecem credibilidade, que trazem a inequívoca marca da mentira mais deslavada”, afirma o político.
Alcides disse rechaçar veementemente o envolvimento do seu nome no “cipoal de inverdades, adrede concebidas pelos que, em momento político delicadíssimo no país, embalam o circo midiático montado pela espetaculosa Operação Peneira”.
O parlamentar afirma ainda que é empresário de sucesso, educador de muitas gerações de goianos, deputado federal eleito com grande votação pela generosidade do povo de Goiás.
“Deploro a utilização preconceituosa, mesquinha e criminosa de minha pública orientação sexual como arma política. Sou homossexual, não sou bandido. Bandidos são os que se levantam contra mim”, disparou.
Ele disse ainda que irá processar todos os que tentam enxovalhar seu nome e trajetória de vida “impecável”.
“Me reconheço como homossexual. Sofri por toda minha vida inúmeras formas de preconceito. A homofobia é um crime. A utilização do aparato policial para uma evidente operação midiática é crime. A tentativa de enxovalhamento da reputação de um homem honesto é crime. Corruptos pegos nas teias de abusos, manipulações e diversos crimes e que se encontram às voltas com a justiça, de forma solerte utilizam minha opção sexual — à qual exijo respeito — para a montagem de um circo de horrores onde buscam salvar-se à custa do sacrifício de minha honra pessoal”, afirma.
O parlamentar encerra o comunicado de repúdio destacando que sua honra pertence aos parentes, amigos, eleitores, alunos e não aos detratores contumazes da moral alheia.
“Não me calarei! Levarei às barras da justiça as ratazanas roedoras que tentam acabar com minha reputação”, encerra.
Leia nota na íntegra
“Tentam estabelecer uma narrativa desonesta, baseada na distorção de fatos que teriam ocorrido e que supostamente envolveriam indiretamente meu nome.
Nada de verdadeiro! Nenhum fato concreto, uma repetição vergonhosa de mentiras e a utilização abjeta do aparato policial do Estado.
Há, sim, uma absurda utilização de acusações que não se sustentam, que não merecem credibilidade, que trazem a inequívoca marca da mentira mais deslavada.
Rechaço de forma veemente o envolvimento de meu nome num cipoal de inverdades, adrede concebidas pelos que, em momento político delicadíssimo no país, embalam o circo midiático montado pela espetaculosa “Operação Peneira”.
Sou empresário de sucesso, educador de muitas gerações de goianas e goianos, deputado federal eleito com grande votação pela generosidade do povo de Goiás.
Deploro a utilização preconceituosa, mesquinha e criminosa de minha pública orientação sexual como arma política. Sou homossexual, não sou bandido. Bandidos são os que se levantam contra mim.
Processarei todos os que tentam enxovalhar meu nome limpo, minha trajetória de vida impecável, tentando manchar a correção pessoal, profissional e empresarial que a norteia.
Me reconheço como homossexual. Sofri por toda minha vida inúmeras formas de preconceito. A homofobia é um crime. A utilização do aparato policial para uma evidente operação midiática é crime. A tentativa de enxovalhamento da reputação de um homem honesto é crime.
Corruptos pegos nas teias de abusos, manipulações e diversos crimes e que se encontram às voltas com a justiça, de forma solerte utilizam minha opção sexual – à qual exijo respeito – para a montagem de um circo de horrores onde buscam salvar-se à custa do sacrifício de minha honra pessoal.
Minha honra pertence a mim, aos meus parentes, aos meus amigos, aos meus eleitores, aos meus alunos, não aos detratores contumazes da moral alheia.
Agradeço comovido as milhares de manifestações recebidas de todo o Estado de Goiás e de todo o Brasil. Não me calarei! Levarei às barras da justiça as ratazanas roedoras que tentam acabar com minha reputação.”
Alcides Ribeiro Filho

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