"Terrorista" que quebrou relógio histórico no Planalto é visto "passeando" em Goiás
O Gol de Antônio Cláudio Alves Ferreira foi visto em Catalão pela última vez no dia 18 de janeiro. A Polícia Federal investiga o paradeiro do extremista

Antônio Cláudio Alves Ferreira, 30 anos, funcionário de uma oficina de carros em Catalão (259 km de Goiânia), investigado pela Polícia Federal (PF) por ter quebrado um relógio histórico no Palácio do Planalto durante os atos terroristas no dia 8 deste mês, já daddo como "foragido" da Justiça, teria sido visto circulando de carro pela cidade goiana após a invasão à sede do Poder, em brasília.
O criminoso chegou a Brasília durante a madrugada do dia do ataque e parou o Volkswagen Gol no Eixo Monumental. Após os atos terroristas, ele deicxou a Capital Federal por volta das 20h e chegou a catalão no dia seguinte. Câmeras de monitoramento registraram a movimentação do carro do acusado dias depois do crime. O último registro capturado foi na quarta-feira (18).
A PF segue investigando o caso e conta com a colaboração da Polícia Civil de Goiás para encontrar e prender o "procurado".
Vandalismo
Claudinho, como o investigado é conhecido, foi filmado por câmeras de segurança do Palácio do Planalto enquanto quebrava o relógio histórico do século XVII, presende da Corte Francesa ao rei de Portugal Dom João VI, além de outros danos. Outra imagem forte registrada do acusado dentro do Planalto é o momento em que deu golpes com um extintor de incêndio em uma das câmeras.
Ele foi identificado por meio de denúncais anônimas.
O objeto histórico do século XVII foi feito pelo relojoeiro Martinot, que prestava serviços a Luís XIV, e um presente dado pela Corte Francesa a Dom João VI, que trouxe ao Brasil.
Existem apenas duas versões, a que foi destruída e uma exposta no Palácio de Versailles. No entanto, a que foi vandalizada tinha o dobro do tamanho e o valor é fora do padrão.
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Passagens pela polícia
Durante a investigação foi constatado que Antônio Cláudio foi preso em flagrante, em 2014, por receptação e em 2017 foi autuado também em flagrante com pequena quantidade de maconha.
O Tribunal de Justiça arquivou os dois casos e o funcionário da oficina de veículos não deve mais a justiça.














