Servidora da Educação é presa por suspeita de fraudes em contratos
MP-GO aponta que a servidora, ex-coordenadora regional de educação, teria usado o cargo para manter contratos irregulares e orientar investigados a apresentar versões falsas às autoridades

O Ministério Público de Goiás (MPGO) cumpriu, na manhã desta terça-feira, 27, um mandado de prisão e de busca e apreensão durante a terceira fase da Operação Regra Três. A investigação apura a continuidade das atividades da organização criminosa envolvida em fraudes em contratações públicas e no direcionamento ilegal de recursos públicos no município de Rio Verde.
Deflagrada em agosto de 2025, a operação é coordenada pelo MPGO, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Na primeira fase, foi preso o delegado da Polícia Civil Dannilo Proto, apontado como líder do esquema criminoso.
De acordo com o Ministério Público, a investigada atuava como coordenadora regional de educação e facilitava o contato de terceiros com o delegado preso. Ainda segundo o MPGO, ela teria utilizado o cargo público e documentos falsos para manter contratos fraudulentos junto ao poder público.
Além disso, a investigada é suspeita de atuar para obstruir a operação, interferindo nas investigações ao orientar outros investigados a apresentarem versões infundadas às autoridades.

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