Rapaz é assassinado a facadas, tem pernas cortadas e corpo jogado em lixão
Ocorrência foi registrada no início da tarte desse sábado (29), no lixão de Anápolis, onde um homem encontrou o corpo “embrulhado” num cobertor.

O cadáver de um “jovem”, ainda não identificado, foi jogado no lixão de Anápolis (55 km da Capital), proximidades da Pecuária, na BR-153, no fim da tarde desse sábado (29). O corpo foi encontrado por um homem, identidade não divulgada, que acionou a Polícia Militar (PM) e denunciou o caso.
Uma guarnição se deslocou ao lixão, constatou a veracidade da denúncia e comunicou o fato ao Grupo de Investigações de Homicídio (GIH) e Polícia Tecno-Científica (PTC), responsáveis pelos procedimentos no andamento da ocorrência.
Aos militares, a testemunha relatou que tinha passado por volta das 9h pelo lixão e até esse horário o corpo não estava lá. No entanto, ao voltar no início da tarde encontrou “o embrulho feito com um cobertor e amarrado por fios”, se aproximou para ver o que era e encontrou o cadáver. Em seguida, ligou para a PM.
Os peritos analisaram o corpo, identificaram se tratar de um homem moreno, magro e com idade entre 25 e 30 anos. O corpo tinha diversas marcas de perfuração no pescoço e no rosto, além de ter os joelhos também cortados e dobrados para trás.
Os investigadores técnicos ainda analisaram o perímetro do local onde o corpo foi encontrado e recolheram o cobertor usado para “empacotar” o cadáver para enviar para análise para coletar evidências que ajudem a determinar as circunstâncias e autor do homicídio.
Ainda segundo os peritos, o assassinato pode ter acontecido entre a noite dessa sexta-feira (28) e a madrugada desse sábado (29). O corpo jogado no lixão no início da tarde.
Em seguida, o cadáver foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), onde passou por exame de necropsia, que vai determinar a causa clínica da morte, e se necessário, exames para identificar o corpo.
Os investigadores da GIH acompanharam os trabalhos da perícia, ouviram a testemunha, colheram informações iniciais e deram início à apuração do caso, registrado como “execução” devido à brutalidade da morte.
Caso segue em investigação.

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