R$ 2 milhões somem de cofre do Banco do Brasil em Goiás e vira caso de polícia
Funcionário da tesouraria faltou ao trabalho no dia seguinte e, após a abertura técnica do compartimento, foi constatado que o dinheiro havia desaparecido

A suspeita surgiu durante uma conferência de rotina realizada no dia 15 de julho.
O desaparecimento de cerca de R$ 2 milhões de um cofre da agência do Banco do Brasil, em Bom Jesus de Goiás, mobiliza investigações da Polícia Civil e da própria instituição financeira. O caso, tratado sob sigilo, envolve um possível desfalque milionário e está sendo apurado para identificar como o dinheiro sumiu, quando o fato ocorreu e quem pode ser responsabilizado.
A suspeita surgiu durante uma conferência de rotina realizada no dia 15 de julho, quando um dos compartimentos do cofre da agência não pôde ser aberto. A situação chamou a atenção da equipe responsável pela fiscalização interna.
No dia seguinte, o funcionário responsável pela tesouraria não compareceu ao trabalho. Diante da ausência e da dificuldade de acesso ao compartimento, a gerência da agência acionou imediatamente a Superintendência Regional do Banco do Brasil e o setor de segurança da instituição para acompanhar o caso.
A confirmação do desaparecimento do dinheiro veio apenas na tarde da segunda-feira (20). Por volta das 16h45, um técnico credenciado conseguiu abrir o compartimento do cofre e encontrou o espaço completamente vazio, sem qualquer valor armazenado.
Embora a estimativa inicial aponte um prejuízo de aproximadamente R$ 2 milhões, o montante exato ainda será definido após a conclusão das auditorias internas e dos levantamentos periciais conduzidos pelo banco.
Paralelamente, o Banco do Brasil instaurou procedimentos administrativos para esclarecer o ocorrido. Auditorias contábeis e administrativas buscam identificar em que momento o dinheiro desapareceu, quais circunstâncias envolveram o caso e se houve falhas ou participação de pessoas com acesso ao cofre.
A Polícia Civil de Goiás também foi comunicada e conduz uma investigação criminal. Entre as medidas adotadas estão a análise dos registros internos da agência, das imagens do circuito de monitoramento e a oitiva de funcionários que trabalham na unidade.
Até o momento, não há informações sobre prisões ou indiciamentos. Conforme apurado, a investigação segue sob sigilo para preservar a coleta de provas e evitar qualquer prejuízo às diligências que ainda estão em andamento.
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