Produtos vencidos eram vendidos normalmente em mercado de Morrinhos; veja vídeo
Durante a inspeção, os fiscais encontraram uma grande variedade de produtos vencidos disponíveis nas prateleiras do comércio.

Uma ação conjunta da Polícia Civil de Goiás e da Vigilância Sanitária Municipal resultou na apreensão de diversos produtos com prazo de validade vencido que estavam expostos para venda em um estabelecimento comercial de Morrinhos, no sul do estado.
A fiscalização foi realizada na terça-feira (27) por equipes da Delegacia de Polícia de Morrinhos, vinculada à 19ª Delegacia Regional de Polícia (DRP), após denúncias e informações indicando a possível comercialização de mercadorias impróprias para o consumo.
Durante a inspeção, os fiscais encontraram uma grande variedade de produtos vencidos disponíveis nas prateleiras do comércio. Entre os itens apreendidos estavam alimentos, produtos de limpeza, materiais de higiene pessoal e até alimentos destinados a animais.
Diante das irregularidades constatadas, a Vigilância Sanitária realizou a apreensão dos produtos e lavrou os autos administrativos cabíveis. Paralelamente, a Polícia Civil instaurou um inquérito para apurar o caso e recolheu os produtos irregulares como parte das investigações.
Segundo a corporação, o proprietário do estabelecimento poderá responder pelo crime contra as relações de consumo, previsto na legislação brasileira para casos que envolvem a comercialização de produtos impróprios para uso ou consumo.
As investigações seguem em andamento para apurar todas as circunstâncias do caso.
>>> Clique aqui e receba notícias de Goiás na palma da sua mão
>>> Acesse este link e siga a notícia em tempo real no Instagram

Pai 3stvpr@ filha desde os 7 anos e engravida com 15 em Goiás; assista
Caso havia sido arquivado após jovem, então com 15 anos, afirmar que relação havia sido consentida; nova denúncia aponta anos de abusos, controle e chantagem psicológica

Homem é preso após fingir ser auditor e amigo de delegados para aplicar golpes em Goiás
Para dar veracidade às cobranças indevidas e intimar os comerciantes, ele alegava manter forte influência e proximidade com promotores de Justiça.













