PM impede ataques a bancos, mata membro do "Novo Cangaço" e detona explosivos
Marcelo Antônio Marques Pereira, que era apontado como peça-chave de uma organização criminosa, estava morando no setor Belo Horizonte, em Goiânia

Um bandido de alta periculosidade, que já era monitorado por tornozeleira eletrônica, morreu em um confronto com a Companhia de Policiamento Especializado (CPE) durante o último fim de semana, no setor Belo Horizonte, em Goiânia. Identificado como Marcelo Antônio Marques Pereira, ele era apontado como peça-chave de uma organização criminosa especializada em explodir agências bancárias, modalidade conhecida como "Novo Cangaço".
Segundo a polícia, Marcelo possuía uma extensa ficha criminal e estava em liberdade condicional, mas não abandonou a vida do crime. Ele estaria planejando uma nova ação para explodir caixas eletrônicos na capital, seguindo o mesmo esquema orquestrado junto a Crenilton Ferreira Barreto, de 44 anos, que também morreu em confronto policial no dia 22 de maio, no Conjunto Vera Cruz.
O que mais chamou a atenção dos investigadores foi o que encontraram na casa onde o criminoso estava escondido: um verdadeiro arsenal de guerra preparado para ataques. Foram apreendidos explosivos, munições de fuzil, rádios comunicadores, coletes balísticos e roupas camufladas especiais para as ações criminosas.
O material era de tamanha periculosidade que colocava em risco todos os moradores da vizinhança, já que os artefatos poderiam detonar acidentalmente a qualquer momento. Devido ao risco, as equipes do Batalhão de Operações Especiais (Bope) da Polícia Militar foram acionadas para realizar a detonação controlada de todas as bombas encontradas no local.
A ação da Polícia Militar é considerada estratégica, pois, ao neutralizar o suspeito e apreender os explosivos, as autoridades evitaram um possível ataque de grandes proporções na região metropolitana de Goiânia.

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